Pires sem chávena
Havia que recuperar de dois grandes golos: um de Pires e outro de Bruno, mas este jogador facturou à custa de uma jogada de Pires, que correu 60 metros com a bola pelo corredor direito, passou por cinco jogadores e não precisou de “chávena” para servir o golo.
Uma primeira parte demasiado grande para jogadores de III divisão. O treinador do Marinhas viu sair do banco Carioca e Nuno Gomes, mas foi Sobrinho quem reduziu de penalti e Nuno Gomes de livre directo.
Já na parte final da partida, com 8” para jogar, marcou um grande golo de cabeça, fechando o resultado com um 3-2.
Este carnaval mascarou todos os jogadores de grandes e o jogo foi do melhor que já se viu nesta época. Uma grande arbitragem.

