Maratona de jogos de tabuleiro
Além disso, disputar jogos de tabuleiro também tem uma componente educativa, visto que todas as variedades exigem um raciocino lógico para se chegar à vitória.
O presidente da Associação Mãe Alto, João Gonçalves, recorda que tudo começou com a realização do Encontro Nacional de BoardGamers, que decorreu em Novembro passado. “Estiveram cá cerca de 20 participantes, 10 dos quais de Bragança. Os restantes vieram de Lisboa e Leiria”, acrescenta o jovem de 28 anos.
O “bichinho” de praticar estas modalidades ficou incutido nos participantes e a associação decidiu alargar a variedade de jogos para cativar mais jovens praticantes. Hoje conta com cerca de 15 jogos diferentes, entre modalidades de cartas a tabuleiros com peças de várias cores e feitios.
Existem mais de 3 mil boardgames, sendo o Monopólio e o Risco os mais conhecidos. “Há jogos que podem durar cerca de 3 horas, enquanto outros podem disputar-se em 10 minutos, apenas. É tudo uma questão de gosto”, reconhece o responsável.
António Gonçalves explica que há jogos simples, que podem ser jogados por crianças a partir dos 6 anos, mas que também cativam os adultos. “São jogos simples que as crianças conseguem perceber e jogar, mas não são jogos infantis”, enfatiza.
Neste sentido, o dirigente associativo recorda que na Alemanha, por exemplo, as famílias trocam a televisão por um jogo de tabuleiro onde participa toda a família, entre miúdos e graúdos.
Carcassone, Genial, Rat a Tat Cat, Ka-Ching, Pinguinos e Cia foram alguns dos jogos disputados no passado sábado. O próximo encontro está marcado para o próximo dia 28 no MMB.

