Pedrinhas brilhantes
Estes três pontos em Fão foram conseguidos duma forma muito facilitada pela grande exibição dos canarinhos e, acima de tudo, também ditada por jogadores que atravessam um momento bom pautado por alguns azares, como foram os casos de Marinhas e Vieira.
Um bom árbitro é garantia de bom futebol quando joga o Bragança ou então a já falada falta de sorte.
Viu-se em Fão uma primeira parte de domínio total com, apenas, duas jogadas de calafrio na defensiva: uma por mérito de Postiga e outra pela fífia de Ximena, aos 44” e já a caminho do intervalo, respectivamente.
O Bragança veio para a frente do jogo e, aos 61”, Couto deu justiça ao placard.
Com muitos minutos de atraso, Toni deu-se ao luxo de falar isolado a Rui Miguel, que se voltaram a “encontrar” e a não conseguir acabar com o jogo em termos de marcador.
O futebol já tinha destino traçado e o Bragança jogava que se fartava.
Com futebol desta qualidade e com árbitros isentos só os Bragançanos podem aspirar a uma 2ª divisão com mérito.
O resto fica na gaveta dos que não vêem nesta turma um grupo com “Pedrinhas de Ouro”.

