Mestrados com pronúncia do Norte
Segundo o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, estes mestrados são “extremamente competitivos” e vão “colocar o Instituto de Bragança ao nível dos restantes da região Norte”.
A mobilidade de professores e alunos é uma característica fundamental da formação oferecida pela APNOR. Desta forma, os institutos vão oferecer aquilo que “têm de melhor” ao nível dos seus profissionais. Além disso, os formandos podem escolher a instituição onde querem frequentar a formação ou, até, fazer o 1º semestre num instituto e optar por frequentar o 2º semestre noutra cidade.
“Por exemplo, um aluno de Viana do Castelo que tire cá a licenciatura, pode iniciar o mestrado em Gestão no IPB e frequentar o 2º semestre na sua cidade, se assim o entender”, explica Sobrinho Teixeira.
Mestrados virados para o empreendedorismo e auto-formação dos profissionais
Os mestrados também vão funcionar em cada instituição de ensino de acordo com a sua oferta formativa e com a apetência dos seus alunos. Por isso, o IPB vai acolher os mestrados de Gestão das Organizações, que inclui os ramos de Gestão Pública, Gestão de Unidades de Saúde e Gestão de Empresas, e o mestrado de Contabilidade e Finanças.
Já o mestrado em Logística vai abrir vagas, apenas, nas instituições do litoral Norte.
A formação ao nível da Gestão e Logística vai ter início em Março/Abril do próximo ano, ao passo que Contabilidade e Finanças estará disponível, apenas, a partir de Setembro de 2009.
Sobrinho Teixeira realça que estes novos mestrados vão alargar a oferta na cidade de Bragança (o IPB já oferece 26 mestrados em diversas área científicas) e, ao mesmo tempo, é uma forma de oferecer mais qualificação aos profissionais do Nordeste Transmontano e de atrair mais pessoas para a região.
Segundo o presidente da APNOR, Rui Teixeira, o objectivo desta formação é desenvolver nos formandos a capacidade de criarem o seu próprio projecto de trabalho, ou seja a capacidade de empreenderem, e de apostarem na sua auto-formação.
“Neste sentido, estamos a formar para a empregabilidade e não para o emprego. Só assim podemos competir no mercado global”, concluiu o responsável.

