Lei das armas dificulta a vida aos caçadores
Na óptica do Clube de Monteiros do Norte (CMN), o documento é composto por uma série de medidas que visam restringir, de forma ainda mais drástica, o uso de armas, munições e acessórios fundamentais para a prática da caça maior em segurança.
Perante a actual proposta, os representantes dos caçadores questionam se esta será “uma forma encapotada de acabar com a caça”, uma vez que consideram que “tais medidas restritivas em nada contribuirão para um combate eficaz ao crime violento e ao tráfico e uso ilegal de armamento”, que é o objectivo fundamental da lei.
Perante esta situação, o CMN lembra que os caçadores constituem um grupo social “responsável, cuidadoso e cumpridor da legislação do uso e porte de armas”, até porque, caso contrário, não poderiam exercer a sua actividade lúdica.
Tendo em conta a riqueza de espécies e recursos cinegéticos existentes no nosso País, que são sinónimo de desenvolvimento económico, o CMN lembra que a aprovação da actual proposta poderá obrigar os caçadores a ir caçar para Espanha ou para outros países, deixando lá, anualmente, largos milhões de euros.
À semelhança do que já acontecia no sector da caça, também, os “amantes” da pesca em águas doces já podem obter as licenças através das caixas multibanco.
Esta opção está disponível em todo o País, desde o início do mês, e visa simplificar os sistemas de atribuição de licenças, bem como o seu pagamento.

