Polis fecha com 3,2 milhões de dívidas
Apesar de haver uma dívida para saldar, o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes, garante que “as contas do Polis estão correctas” e garante que não há qualquer irregularidade no processo.
“O montante em dívida é correspondente ao investimento que foi feito e vai agora ser assumido pela autarquia e pela administração central”, esclarece o edil.
Recorde-se que o programa Polis arrancou no ano 2000 e contemplou o arranjo paisagístico da encosta do castelo, arranjo urbanístico da zona histórica, criação do corredor verde do Fervença, bem como a construção da Praça Camões e do parque de estacionamento subterrâneo.
Aliás, foram os problemas de infiltrações de água no parque de estacionamento que resultaram num braço de ferro entre autarquia e empresa construtora que arrastaram este processo. “Havia algumas questões de contencioso que precisavam de ser resolvidas. Entretanto houve decisões em sede de tribunal arbitral que permitem agora o encerramento normal da Sociedade”, salienta Jorge Nunes.
Para já, os problemas nesta infra-estrutura parecem estar resolvidos. Mesmo assim, o edil lembra que as obras têm um prazo de garantia de cinco anos.

