Ventos de mudança sopram na Adega de Vila Flor
O primeiro passo para a recuperação da ACFV é, para Casimiro Fraga, cativar mais associados e alargar o leque comercial. “Há alguns anos chegávamos a ter agentes em vários pontos do País mas, devido a uma má gestão, a vertente comercial foi abandonada e entrou em desalinho”, lamenta o presidente.
O objectivo é, por isso, “sair da teia em que a adega está inserida e alargar o mercado”, refere o responsável. A exportação não faz, para já, parte dos planos da nova direcção, dada a inexistência de contactos para esse efeito.
Recorde-se que a ACFV representa produtores vitivinícolas dos concelhos de Vila Flor e Carrazeda de Ansiães e conta, actualmente, com cerca de 600 sócios.
