Preço do cabaz alimentar desce 2,27 euros mas continua a custar mais 12 euros que no início do ano

Tomate Chucha, bacalhau graúdo e couve-coração são os três produtos que mais aumentaram desde 2025

Créditos: Deco Proteste

24 out. 2026, 10:00

Depois de três semanas a registar aumentos, o cabaz alimentar ficou 2,27 euros mais barato face à semana anterior, anunciou a Deco Proteste. A cesta composta por 63 bens alimentares fixa-se, agora, nos 253,99 euros.

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A Associação para a defesa do consumidor adianta ainda que, na semana de 14 a 21 de outubro,  o Atum, as salsichas e o tomate figuram entre os produtos que mais aumentaram.

O atum em posta vegetal aumentou 15%, e custa 1,72 euros, o preço das salsichas de Franksfurt estão 12% mais caras e custam 1,97 euros. Já o preço do tomate chucha está 10% mais caro e custa 2,85 euros o quilograma.

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 Cabaz mais caro que no início do ano

O mesmo cabaz, composto pelos mesmos 63 bens alimentares, custava aos consumidores no início do ano menos 12,16 euros. Em 2025, segundo a Deco Proteste, a mesma cesta custava menos 11,75 euros.

Já no início de 2022, ano em que a monitorização começou a ser feita pela associação, o mesmo cabaz custava menos 35,32%, ou seja, menos 66,29 euros.

Tomate chucha e bacalhau graúdo são os produtos que maior subida registaram

Em relação a 2025, os portugueses sentiram o maior aumento percentual no preço do tomate chucha que está, atualmente, 41% mais caro que no ano passado, assim como o bacalhau graúdo, que custa agora 21,78 euros por quilograma, o equivalente a uma subida de 32%.

A couve-coração ocupa o terceiro lugar do produto que maior subida de preço registou, tendo contabilizado um aumento de 25% o equivalente a 1,84 euros por quilograma.

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