Mais de três milhões de euros para aproximar a formação das necessidades do mercado de trabalho.
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O Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança inaugurou, na quarta-feira, novos espaços formativos de Geriatria, Estética, Bem-Estar e Cabeleireiro.
Na cerimónia inaugural marcou presença a ministrado do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, acredita que o projeto vai permitir melhorar a oferta formativa destas áreas na região.
“Esta formação é orientada para áreas muito importantes para a nossa sociedade e para as nossas empresas, como sejam as áreas de formação em matéria tecnológica e também na área do cuidado, que é uma área que precisa urgentemente de qualificação dos seus profissionais.”
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O Centro de Emprego e Formação Profissional de Bragança dá formação, em média, a oito mil pessoas, por ano. Um valor que Maria do Rosário Palma Ramalho considera “significativo”.
A responsável pela pasta do Trabalho destacou também a colaboração do instituto com a Universidade Politécnica de Bragança, que, na sequência de uma decisão do Conselho de Ministros, passa a Universidade de Bragança e do Norte Interior.
A modernização dos espaços formativos tem como objetivo reforçar a capacidade de resposta do IEFP às necessidades do mercado de trabalho, bem como contribuir para a qualificação nas áreas de Geriatria, Estética, Bem-Estar e Cabeleireiro.
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Suplemento extraordinário de pensões “não desequilibrará as contas públicas”
Ainda durante a visita a Bragança, a governante aproveitou para esclarecer que suplemento extraordinário de pensões, anunciado pelo Primeiro Ministro, não vai desequilibrar as contas públicas.
Maria do Rosário Palma Ramalho diz que este é um Governo “responsável” e por isso só agora avançou com este suplemento.
“A nossa situação, do ponto de vista da execução orçamental este ano, não é tão favorável como a dos outros anos, por razões que ultrapassam por completo até a dimensão nacional”, disse, fazendo referencia à Guerra na Ucrânia e à tempestade Kristin que provocou estragos e que criaram “despesas extraordinárias”.
“Portanto, tivemos que esperar um pouco para saber se tínhamos esta folga ou não, portanto não desequilibrará as contas públicas”, disse, salientado que o impacto não se farás sentir nas contas da Segurança Social devido uma vez que “ estes aumentos extraordinários não são custeados pela Segurança Social, são custeados pelo Orçamento Geral do Estado.”
Dia 4 de setembro o Primeiro Ministro, Luís Montenegro, anunciou que cerca de dois milhões de pensionistas poderiam vir a receber um “bónus” caso existisse margem orçamental.
Um suplemento que vai avançar e que será entregue com as reformas de dezembro aos pensionista com reformas “mais baixas”, permitindo “proteger os pensionistas” e ajudar “no combate à pobreza”, disse a ministra do Trabalho em Bragança.
“A medida está em preparação, irá ao Conselho de Ministros proximamente, mas deverá ter o figurino das que fizemos nos outros anos, portanto, um escalão de um aumento maior para as pensões até um Indexante dos Apoios Sociais (IAS), um aumento seguinte intermédio para as pensões até dois IAS e um aumento um bocadinho mais pequeno para as pensões até três IAS. Isto deve custar entre 350 e 400 milhões de euros”, rematou.
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