A Feira dos Gorazes está de regresso a Mogadouro até domingo, com cerca de 140 expositores.
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A falta de espaço para acolher os expositores que procuram o certame é um dos maiores desafios.
“Acabámos por ter que rejeitar expositores que queriam participar na feira, mas para nós esse é logo um grande indicador. Para nós a feira só terá interesse quando for boa para os expositores e quando os expositores nos disserem que houveram negócios, contactos e que foi de encontro àquilo que eram as suas expetativas. Em termos de público, também penso que a expetativa é elevada. Aliás, as edições anteriores também nos dão essa bagagem”, aponta o presidente da Associação Comercial Industrial e Serviços de Mogadouro (ACISM), João Neves.
Ao longo das últimas três décadas, a secular feira dos Gorazes dá a conhecer as multiatividades económicas da região.
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Mónica Ferreira, uma das expositores, que integra a marca Origem, levou produtos de chocolate com figos secos. “São produtos do território, como mel, pólen, cogumelos, amêndoa, nozes”, conta, reforçando que já participa na feira “há vários anos e tem corrido bem”.
Sílvia Marcos, produtora de cogumelos, costuma participar, espera fazer negócio, mas sobretudo divulgar a marca. “A expetativa é boa, o tempo também está a ajudar”, partilha. Contudo, espera, principalmente, conseguir promover mais o produto, através de “fornecedores e vendedores e, também, dar a conhecer a pessoas que visitam do concelho e de fora”.
O autarca António Pimentel também reconhece o crescimento da feira a cada edição. “Basta olhar só para o recinto da feira e ver a dimensão que esta feira está a ganhar, quer a nível de exposição de máquinas, quer a nível de stands. Uma feira que cada vez se afirma mais”, destaca.
A entrada no recinto da feira é gratuita e a música é outra das apostas da organização. Esta noite, sobe ao palco o Chico da Tina e, no sábado será a vez dos D.AM.A.
O orçamento para esta edição é de 260 mil euros.
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