Bragança vai ter 46 novas frações para habitação a custos acessíveis. O anuncio foi feito pela Presidente da Câmara, Isabel Ferreira.
PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR
A autarca adiantou que já reuniu com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), proprietário do terreno, e que as obras vão avançar até ao final do ano.
Isabel Ferreira considera que além da habitação social, também a habitação a custos acessíveis é muito importante para o concelho, nomeadamente, para os jovens e a classe média.
“Inscrevemos no quadro prioritário de investimentos também para aproveitar alguns fundos europeus precisamente para habitação acessível”, disse acrescentando que reuniu com o presidente do IHRU e que, na Braguinha, "nos dois lotes que estão livres na continuação da Avenida Brigadeiro Figueiredo Sarmento, o terreno é do IHRU e tem um projeto para habitação que ficou acordado que seria a habitação a custos acessíveis. São 46 frações que vão arrancar até ao final do ano. Portanto, há esse compromisso do senhor presidente do IHRU e será a custo zero para o município.”
PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR
Apesar de reconhecer que não existe, para já, falta de casas em Bragança, Isabel Ferreira aponta que é preciso planear e antecipar o futuro, nomeadamente, numa altura em que a população de Bragança, enquanto capital de distrito e concelho, está a aumentar.
“Um dos problemas da habitação no país foi falta de planeamento. Porque aumentámos muito a população e de repente não há oferta e por isso também nós temos que atuar preventivamente. Claro que eu não vou fazer milhares de fogos em habitação acessível, não se justifica, mas justifica-se termos estes números que eu estou a dizer”, vincou.
Além deste projeto a autarca adiantou ainda que existem mais intervenções que estão planeadas e outras já estão em curso, nomeadamente, para a habitação social.
“Temos seis casas na Cidadela para reabilitar, aliás já abrimos concurso mas ficou deserta e agora vamos abrir novamente com mais prazo de candidatura. Temos a a antiga residência Gulbenkian que também dá cerca de oito fogos. Estamos em processo de transferência da propriedade da ESTAMO para o município que também vamos reabilitar. Dentro da habitação social, estava previsto ter feito com o PRR o bairro da Previdência e não foi feito. E agora nós vamos candidatar a fundos europeus, aliás estamos a terminar a candidatura a um aviso que está aberto agora até dezembro”, frisou.
Os 46 fogos previstos no projeto do IHRU serão totalmente financiado pelo instituto, resta apenas a elaboração do contrato Inter administrativo para avançar, garantiu Isabel Ferreira.
PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR



