Vigilância activa de incêndios no vale do Rio Sabor assegurada pelo grupo Nordeste

A vigilância activa de incêndios no vale do Rio Sabor está a ser feita pela Palombar, pela Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino e pela Associação dos Produtores Florestais do Nordeste Transmontano.

Adicione como fonte preferencial no Google Adicione como fonte preferencial no Google

14 ago. 2020, 07:58

Este artigo tem mais de um ano

A acção já começou em Julho e vai estender-se até Setembro. A missão passa pela protecção das florestas, biodiversidade, ecossistemas e comunidades. José Pereira, presidente da Palombar, considera que vigiar pode ser o melhor método para prevenir catástrofes maiores.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

“A acção já decorre desde 2013. Temos quatro equipas em permanência quase constante, sendo que os alertas são elevados, a fazer vigilância nos vales do Baixo Sabor”.

Este ano já aconteceram alguns incêndios na área onde a vigilância está a ser realizada. Apesar de tudo, José Pereira defende que está a ser feito um trabalho meritório.

O presidente da Palombar acredita que no vale do Rio Sabor é mais difícil travar as chamas devido ao abandono progressivo do território. A idade avançada dos habitantes não permite que haja tantos terrenos cultivados como já houve. Para tornar estas áreas menos abandonadas têm sido desenvolvidos alguns projectos.

PUBLICIDADE

Estas acções permitem detectar focos de incêndio nascentes, assegurando um combate mais rápido e eficaz, bem como comportamentos suspeitos e de risco.

A vigilância está a ser feita pelo grupo Nordeste que é constituído pela Palombar, pela Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino e pela Associação dos Produtores Florestais do Nordeste Transmontano.

Escrito por Brigantia

Foto: Facebook Palombar

PUBLICIDADE