Segundo a TVI, o militar que geria a rede de tráfico de ouro, diamantes e droga, com origem na República Centro Africana, tinha cúmplices em duas agências bancárias, uma delas em Bragança e outra em Linda-a-Velha e os bancários em questão, entre os quais um director, foram detidos pela Polícia Judiciária.
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As autoridades suspeitam do envolvimento de altos quadros da Caixa de Crédito Agrícola do Alto Douro, com sede em Bragança, avançou por sua vez o jornal Público.
Os responsáveis dos bancos são suspeitos de ter permitido que centenas de milhares de euros com origem criminosa circulassem por contas-veículo, abertas nas duas instituições bancárias sem fazerem qualquer alerta. Assim, os depósitos ou transferências não eram rejeitados, nem eram realizadas as comunicações de operações suspeitas ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) nem à Unidade de Informação Financeira da PJ, como é determinado por lei.
Ainda segundo a TVI, quando foi ordenada às duas agências a quebra do sigilo bancário das contas associadas ao militar, os altos funcionários terão alertado o suspeito de que estava a ser investigado.
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No âmbito da operação Miríade, a PJ realizou, esta segunda-feira, mais de 100 buscas, em vários locais nomeadamente Bragança, e deteve 11 suspeitos. Escrito por Brigantia.
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