Esta acção acontece há 11 anos, culminando num jantar solidário, onde são recolhidos ainda mais bens alimentares. Contudo, dada a situação de pandemia, este ano o jantar não se realizou e, por isso, a quantidade de bens angariados foi um pouco menor. Ainda Assim, António Baptista, presidente da concelhia, considera que os resultados superaram as expectativas.
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“Este ano, como não tínhamos condições para poder realizar a ceia solidária, a concelhia decidiu realizar esta acção com a campanha de recolha de bens alimentares. Nos anos anteriores recolhíamos quantidades superiores, mas este ano sem ceia solidária conseguimos recolher cerca de meia tonelada, o que acho que foi muito bom”, afirmou.
Anualmente, a concelhia escolhe uma IPSS do meio urbano e outra do meio rural para entregar os bens alimentares. Este ano foi escolhida apenas uma, já que a quantidade de alimentos é menor.
“Foram entregues na Cruz Vermelha de Bragança. Como sempre fazemos entregámos os bens a IPSS, que têm mais conhecimento das reais necessidades”, esclareceu.
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Duarte Soares, presidente da delegação de Bragança da Cruz Vermelha Portuguesa, mostra-se satisfeito com a doação, que servirá para apoiar as pessoas a quem a entidade presta ajuda.
“Temos o nosso programa de apoio alimentar a apoiar cerca de 100 pessoas, a estas juntam-se os benificiários que vêm do banco de voluntariado do politécnico e temos ainda de uma bolsa de pessoas que estão em isolamento seja pela pandemia seja numa situação vulnerável, nas aldeias, estamos a falar de cerca de 200 pessoas”, sublinhou.
Quanto ao apoio alimentar, Duarte Soares considerou que é preciso que se tente perceber que ajudas as pessoas recebem. A ideia é que não haja gente que precisa de ajuda e não receba apoio porque há outras pessoas que estão a ser ajudadas por mais que uma instituição.
Uma iniciativa da comissão política concelhia do PSD de Bragança que acontece há 11 anos. Escrito por Brigantia.
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