Julgamento do caso Giovani Rodrigues retoma hoje
Há sete hoomens acusados pelo homicídio qualificado de Luís Giovani Rodrigues, o jovem cabo-verdiano que tinha vindo estudar para o IPB e que morreu dez dias depois de uma alegada rixa. A última sessão de julgamento aconteceu a meio do mês de Dezembro. Já lá vão cinco meses de paragem neste caso
Naquela altura, ainda foram marcadas duas sessões para Fevereiro, que foram canceladas. A paragem do julgamento ficou a dever-se, em parte, à doença de um dos juízes do colectivo do tribunal de Bragança.
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A sessão de hoje servirá para se dar começo às alegações finais, sendo que já foi concluída a fase da produção de prova, em que foram ouvidos arguidos e testemunhas, bem como analisados vários documentos.
Refira-se que as alegações finais são o momento em que cada um dos intervenientes apresenta os argumentos finais. Neste caso serão sete advogados de defesa, o advogado da família e ofendidos, bem como o Ministério Público.
Um dos advogados de defesa pediu que cada interveniente tivesse direito a nunca menos que duas horas. Este pedido que foi por todos subscrito foi aceite pelo tribunal. Assim, prevê-se que, as alegações finais, durem, pelo menos, 18 horas.
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O julgamento, que estava a decorrer no NERBA e será agora no tribunal de Bragança, conta já com 35 sessões, tendo sido ouvidas cerca de cem testemunhas.
Os sete homens estão ainda acusados de três crimes de ofensa à integridade física agravada, uma vez que terão agredido os três rapazes que acompanhavam Giovani Rodrigues na noite dos factos.
O julgamento começou em Fevereiro do ano passado, sendo que o caso remonta a Dezembro de 2020.
Escrito por Brigantia
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