Apesar de estar num lugar não elegível, Carlos Silvestre, ex-militante do Partido Socialista, afirma ser “uma honra” porque “é um início”. “Só tenho a agradecer a oportunidade que estão a dar a pessoas completamente desconhecidas da política porque essa é também uma das grandes bandeiras do partido”, afirmou Carlos Silvestre.
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Frisando ser caso único em Bragança, para Paulo Hermenegildo, presidente da distrital, é “um sinal de descentralização” e mostra que o interior está a ser ouvido.
Paulo Hermenegildo explica ainda que quanto à constituição das comissões concelhias, no resto do distrito e à criação de concelhias, admite ainda ser “um caminho difícil mas é melhor partir do zero que do menos 1” e se fosse fácil estariam “outros barões já à espreita” e, apesar de reiterar estar tudo a correr bem, considera que “há muito caciquismo instalado”.
Em conferência de imprensa, segunda-feira, foi ainda confirmado que não vai haver eleições para as distritais nem para as concelhias, até às legislativas, para manter a tranquilidade do próprio partido. No distrito, o partido já tem filiados em Torre de Moncorvo, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Bragança. Escrito por Brigantia.
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