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	<title>Nordeste</title>
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	<title>Nordeste</title>
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		<title>Pizzi toma decisão &#8220;difícil&#8221; e anuncia fim de carreira</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/12/pizzi-toma-decisao-dificil-e-anuncia-fim-de-carreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 12:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Benfica]]></category>
		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
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		<category><![CDATA[Pizzi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pizzi anunciou, ontem, o fim da carreira de jogador, aos 36 anos.</p>
<p>O Médio que joga ao leme do estoril de praia, fez um vídeo para as redes sociais no qual explica que a decisão foi motivada por dores intensas na anca que o impedem de jogar.</p>
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<p>Pizzi anunciou, ontem, o fim da carreira de jogador, aos 36 anos.</p>



<p>O Médio que joga ao leme do estoril de praia, fez um vídeo para as redes sociais no qual explica que a decisão foi motivada por dores intensas na anca que o impedem de jogar.</p>



<p>Pizzi diz que foi “talvez” a decisão “mais difícil” da carreira e anunciou que a partida Estoril-Benfica, agendada para este sábado, será não só a última da época para as duas equipas e o último jogo da carreira.</p>



<p>Pizzi, cujo nome real é Luís Miguel Afonso Fernandes, formou-se no Grupo Desportivo de Bragança. Seguiu para o Sporting clube de Braga, clube para o qual regressou em 2023. Foi, no entanto, no Benfica onde mais se destacou, tendo representado o clube durante sete temporadas e meia, entre 2013 e 2022. </p>



<p>Representou 17 vezes a seleção nacional, onde apontou três golos.</p>



<p>No estoril, onde termina agora a carreira,&nbsp; contabiliza 24 partidas e um golo.</p>



<p></p>
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		<title>Mercado Cereja&#038;Co arranca com promessa de ano de excelência para o fruto</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/12/mercado-cerejaco-arranca-com-promessa-de-ano-de-excelencia-para-o-fruto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Alfândega da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[cereja]]></category>
		<category><![CDATA[Cereja&Co]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A abundância de cereja marcou o arranque do Mercado Cereja&#38;Co, que abriu portas na quinta-feira, no Lagar D’El Rei, em Alfândega da Fé, e que vai decorrer durante todos os fins de semana do mês de maio, reunindo produtores locais, gastronomia, cultura e animação. A produção deste ano está a superar as expectativas dos agricultores, [&#8230;]</p>
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<p>A abundância de cereja marcou o arranque do Mercado Cereja&amp;Co, que abriu portas na quinta-feira, no Lagar D’El Rei, em Alfândega da Fé, e que vai decorrer durante todos os fins de semana do mês de maio, reunindo produtores locais, gastronomia, cultura e animação.</p>



<p>A produção deste ano está a superar as expectativas dos agricultores, depois de campanhas mais difíceis. Luciano Silva, produtor de Bornes, fala num “ano muito diferente do ano passado”, com “muita, muita” cereja e um aumento significativo da produção.</p>



<p>O agricultor possui, atualmente, 17 hectares de cerejal e entre cinco a seis mil cerejeiras, continuando a reforçar o investimento na plantação. “Nos últimos cinco anos planto todos os anos entre 1500 a 2000 árvores”, explicou, sublinhando que a renovação das árvores “é essencial para garantir fruta de qualidade”.</p>



<p>Apesar da elevada quantidade de produção este ano, Luciano Silva admite que o calibre “poderá ser ligeiramente inferior” ao da campanha passada devido à abundância de fruto. Ainda assim, garante que o sabor e a qualidade da cereja se mantêm.</p>



<p>A cereja continua a afirmar-se como uma das grandes apostas agrícolas do concelho, embora os produtores enfrentem vários desafios. Entre eles, a dificuldade em garantir mão de obra suficiente para a apanha numa campanha curta e exigente. “O grande problema é a falta de mão de obra”, reconheceu o produtor, explicando que a cerejeira exige “muita manutenção ao longo do ano” e, depois, uma apanha rápida. “Se não tiver gente para apanhar, fica lá toda nas árvores”, lamentou, esclarecendo que, neste momento, se consegue remediar com a ajuda dos familiares e com algumas pessoas da aldeia.</p>



<p>Também Telmo Mesquita, presidente da Associação dos Comerciantes de Alfândega da Fé, aponta a escassez de trabalhadores como um dos maiores entraves ao setor. “Apesar deste ano termos um bom ano no que concerne à cereja, a falta de mão de obra está a ser um ponto bastante crítico junto dos produtores”, afirmou.</p>



<p>Segundo Telmo Mesquita, muitas famílias acabam por se organizar ao fim de semana para conseguir assegurar a colheita. “É uma época muito curta para a apanha e têm de ser aproveitados todos os dias para não deixar fruta nos pomares”, referiu, defendendo ainda políticas mais fortes de apoio ao interior para combater a desertificação e atrair trabalhadores.</p>



<p>O Mercado Cereja&amp;Co decorre no Lagar D’El Rei, espaço que o presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, Eduardo Tavares, considera ser “a grande porta de entrada do concelho”. O autarca descreve o equipamento como um espaço dedicado “aos produtos endógenos, à gastronomia e à cultura”, onde ao longo do ano têm sido promovidas várias iniciativas temáticas ligadas ao território.</p>



<p>Eduardo Tavares revelou ainda que o espaço deverá acolher futuramente o posto de turismo do concelho, reforçando a dinâmica do Lagar D’El Rei enquanto ponto de promoção do território, dos produtores locais e da cultura transmontana.</p>



<p>Além da venda de produtos regionais, o Mercado Cereja&amp;Co conta com uma programação cultural e gastronómica diversificada, funcionando também como antecâmara da Festa da Cereja&amp;Co 2026.</p>
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		<title>Alfândega da Fé e Santa Cruz reforçam laços</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/12/alfandega-da-fe-e-santa-cruz-reforcam-lacos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Alfândega da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[protocolo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Cruz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Alfândega da Fé e o município de Santa Cruz, em Cabo Verde, assinaram, na sexta-feira, 8 de maio, um protocolo de cooperação destinado a reforçar as relações institucionais, económicas e sociais entre os dois territórios. A assinatura do acordo decorreu durante as comemorações do feriado municipal e coincidiu com os 25 anos [&#8230;]</p>
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<p>O município de Alfândega da Fé e o município de Santa Cruz, em Cabo Verde, assinaram, na sexta-feira, 8 de maio, um protocolo de cooperação destinado a reforçar as relações institucionais, económicas e sociais entre os dois territórios.<br></p>



<p>A assinatura do acordo decorreu durante as comemorações do feriado municipal e coincidiu com os 25 anos da geminação entre Alfândega da Fé e Santa Cruz.</p>



<p><br>O protocolo prevê o desenvolvimento de iniciativas conjuntas nas áreas da economia, cultura, formação, promoção territorial e empregabilidade, incentivando também o intercâmbio entre empresas, instituições e agentes locais.</p>



<p><br>Entre os objetivos definidos estão a promoção dos produtos endógenos, a dinamização do tecido empresarial, a organização de feiras e encontros empresariais, ações de capacitação e projetos ligados ao recrutamento, mobilidade e integração profissional.</p>



<p><br>O presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, Eduardo Tavares, destacou a importância simbólica e estratégica da renovação desta parceria. “Temos o prazer enorme de ter o nosso município geminado com o de Santa Cruz. É uma geminação que vai fazer 25 anos aproveitamos para renovar esses votos e podermos ter nos próximos 25 anos mais trabalho de aproximação e estreitar os nossos laços”, afirmou.</p>



<p><br>Também o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, Carlos Alberto Silva, considerou que o protocolo representa uma oportunidade de crescimento para ambos os territórios. “Este protocolo tem grande importância desde logo no que toca à promoção dos dois municípios, das gentes destes dois municípios, da economia, da cultura e do desporto”, referiu.</p>



<p><br>O autarca cabo-verdiano explicou ainda que Santa Cruz pretende reforçar a cooperação económica com Alfândega da Fé, apostando na atração de investimento e na troca de experiências. “A nossa grande ambição é tornar o município de Santa Cruz num município com um bom desenvolvimento económico. Queremos procurar know-how, conhecimento e experiências noutros territórios, neste caso no território irmão que é Alfândega da Fé”, explicou.</p>



<p><br>Segundo Carlos Alberto Silva, a intenção passa também por incentivar empresários de Alfândega da Fé a investir em Santa Cruz, ao mesmo tempo que produtos cabo-verdianos poderão chegar ao concelho transmontano.</p>



<p><br>O protocolo agora assinado permitirá desenvolver futuras ações conjuntas consideradas de interesse comum pelos outorgantes, consolidando a cooperação entre Alfândega da Fé e Santa Cruz.</p>
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		<title>Aumento da vespa das galhas poderá afetar produção de castanha em Bragança</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/12/aumento-da-vespa-das-galhas-podera-afetar-producao-de-castanha-em-braganca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[castanheiro]]></category>
		<category><![CDATA[parasitoide]]></category>
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		<category><![CDATA[vespa das galhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os produtores apontam para quebras até aos 70%, se o cenário não melhorar.&#160; Praga é originária da China e instalou-se em Trás-os-Montes há quase uma década A vespa das galhas do castanheiro está novamente a preocupar os produtores em&#160; Bragança. A praga instala-se nos gomos dos castanheiros, formando galhas que impedem o desenvolvimento normal da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Os produtores apontam para quebras até aos 70%, se o cenário não melhorar.&nbsp; Praga é originária da China e instalou-se em Trás-os-Montes há quase uma década</strong></p>



<p>A vespa das galhas do castanheiro está novamente a preocupar os produtores em&nbsp; Bragança. A praga instala-se nos gomos dos castanheiros, formando galhas que impedem o desenvolvimento normal da árvore e reduzem a produção de castanha.</p>



<p>Este ano, em algumas zonas, os agricultores falam mesmo num aumento “fora do normal”. Manuel Fernandes, produtor com cerca de 30 hectares de soutos, no Parâmio, uma das zonas amais afetadas no concelho, não tem dúvidas de que a situação se agravou. “Este ano tem-se visto muito mais do que nos outros anos. De ano para ano tem aumentado, mas este ano é uma coisa fora do normal. Os castanheiros estão terríveis”, lamenta.</p>



<p>Não há cura para esta praga, apenas é controlada através de largadas do parasitoide Torymus sinensis, que se instala no castanheiro e alimenta-se da vespa.&nbsp;As largadas estão a cargo do Centro de Competências do Instituto Politécnico de Bragança e, até este momento, segundo o investigador do IPB, Albino Bento, já foram realizadas cerca de 100 largadas.</p>



<p>O agricultor considera que as largadas do parasitoide utilizado no combate à praga continuam a ser insuficientes. “Quando se fala em 10 largadas para uma freguesia inteira, eu acho pouco. Em Espanha, em aldeias muito mais pequenas, chegaram a fazer mais de 100 largadas no primeiro ano e continuam todos os anos com dezenas delas”, afirma.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="971" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/net--1024x971.jpg" alt="" class="wp-image-333514" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/net--1024x971.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/net--300x284.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/net--768x728.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/net--1536x1456.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/net--2048x1942.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p>Apesar de reconhecer que a eficácia depende também da capacidade de instalação do parasitoide, acredita que “quanto mais largadas houver, melhor será o combate”.</p>



<p>A preocupação maior está agora nos efeitos na produção. “Isto pode afetar até 70% da produção. Onde devia estar a sair a flor do castanheiro, está a sair a vespa”, explica.</p>



<p>Na freguesia de Espinhosela, a realidade é diferente. O presidente da Junta de Freguesia, Octávio Reis, admite que existem zonas mais afetadas, mas considera que o problema está atualmente mais moderado. “Já tivemos anos com ataques muito mais fortes. Neste momento está mais ou menos controlado”, refere.</p>



<p>Segundo o autarca, a solução passa exclusivamente pelo controlo biológico. “Nós não podemos fazer nada diretamente. Quem tem de atuar é o parasitoide e o importante é que ele se consiga instalar”, explica.</p>



<p>Nos primeiros anos, as taxas de instalação foram praticamente nulas, mas os resultados mais recentes deixam agora melhores perspetivas. “Este ano foram previstas 10 largadas para a freguesia e os pontos mais críticos foram sinalizados pela Junta para se atuar nesses locais”, acrescenta.</p>



<p>Octávio Reis lembra ainda que os produtores estão hoje mais informados sobre a praga e já conseguem identificar facilmente os locais onde foram feitas largadas.</p>



<p>Ainda assim, admite que os prejuízos continuam a sentir-se na produção. “Já tivemos anos em que a produção caiu mais de 50%. Mas também há influência do clima, por isso nem sempre é fácil perceber o que resulta diretamente da vespa”, aponta.</p>



<p>O investigador do IPB, Albino Bento, explica que a vespa das galhas do castanheiro é uma praga originária da China, detetada em Portugal em 2014 e que ganhou maior expressão em Trás-os-Montes a partir de 2018.</p>



<p>Trata-se de um inseto com uma “enorme” capacidade de reprodução. “Não existem machos. As fêmeas reproduzem-se sozinhas e cada uma pode pôr mais de 100 ovos”, explica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/vespa-galha-castanheiro-6-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-333515" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/vespa-galha-castanheiro-6-1024x768.jpeg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/vespa-galha-castanheiro-6-300x225.jpeg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/vespa-galha-castanheiro-6-768x576.jpeg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/vespa-galha-castanheiro-6-1536x1152.jpeg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/vespa-galha-castanheiro-6.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>O especialista esclarece que não existe um combate químico eficaz. “A praga desenvolve-se dentro das galhas e os produtos químicos não conseguem atingi-la”, sublinha. Por isso, o combate faz-se através do Torymus sinensis.</p>



<p>Albino Bento garante que o parasitoide já está instalado em praticamente todo o território afetado. “O que acontece é que há zonas onde o controlo funciona melhor e outras onde demora mais tempo”, refere, porque é preciso atingir um controlo biológico.</p>



<p>“Nos primeiros anos, entre 2018 e 2020, as taxas de parasitismo instalou-se em todo lado, portanto 100% de instalação do Torymus sinensis, isso é um facto, é um parasitário que funciona muito bem. Numa fase inicial as taxas de parasitismo eram muito razoáveis face àquilo que se via tanto em Itália e noutros países, mas estávamos a falar 4% do parasitismo. Desde 2020/2021, as taxas de parasitismo que temos são muito elevadas. E aquilo que nós assistimos é, em algumas freguesias ou em algumas zonas de freguesias temos ataques elevados, noutras zonas temos ataques muito baixos por atuação do Torymus sinensis. Por exemplo, chegamos aqui a Samil, São Pedro, Parada, o ataque é muito reduzido. Se chegarmos a Espinhosela, o ataque este ano é bem menor do que o ano passado, mas há outros sítios que o ataque continua relativamente elevado, como é o caso de Parâmios, Salsas, aquela zona ali de Freixeda”, aponta.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="841" height="635" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-12-100938.png" alt="" class="wp-image-333520" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-12-100938.png 841w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-12-100938-300x227.png 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-12-100938-768x580.png 768w" sizes="(max-width: 841px) 100vw, 841px" /></figure>



<p>Mesmo assim, Albino Bento rejeita a ideia de que mais largadas signifiquem necessariamente maior eficácia. “Anteriormente, fizemos ensaios com diferentes números de largadas e não tivemos resultados melhores nos locais onde se fizeram mais”, revelou, frisando que “estamos a falar de insetos, é controlo biológico e como organismos vivos funcionam melhor numas zonas e piores noutras”, remata.</p>



<p>Segundo o especialista, fatores climáticos e ambientais influenciam o sucesso do parasitoide. Ainda assim, considera importante manter largadas de reforço nos locais mais afetados. “A vespa veio para ficar. Vamos ter anos com mais ataque e outros com menos. O objetivo é evitar que atinja níveis de prejuízo muito elevados”, conclui.</p>



<p>O investigador apontou que os concelhos mais afetados do distrito, para já, são Bragança, Vinhais e Macedo de Cavaleiros.</p>
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		<item>
		<title>O estreito onde a economia mundial pode naufragar</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/o-estreito-onde-a-economia-mundial-pode-naufragar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante anos, o mundo habituou-se à ideia de que a globalização tinha dissolvido fronteiras, neutralizado rotas estratégicas e tornado os conflitos clássicos numa relíquia do século XX. Bastaria uma cadeia logística sofisticada, mercados financeiros interdependentes e diplomacia económica para garantir estabilidade. O Estreito de Ormuz veio recordar brutalmente o contrário. Bastou o Irão apertar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Durante anos, o mundo habituou-se à ideia de que a globalização tinha dissolvido fronteiras, neutralizado rotas estratégicas e tornado os conflitos clássicos numa relíquia do século XX. Bastaria uma cadeia logística sofisticada, mercados financeiros interdependentes e diplomacia económica para garantir estabilidade. O Estreito de Ormuz veio recordar brutalmente o contrário.</p>



<p>Bastou o Irão apertar o garrote sobre uma das artérias marítimas mais importantes do planeta para a economia mundial entrar em sobressalto. Petróleo retido. Seguros marítimos disparados. Cadeias de abastecimento interrompidas. Navios imobilizados. Preços sob pressão. E governos ocidentais confrontados com uma realidade desconfortável, a de que a prosperidade das sociedades modernas continua dependente de corredores marítimos vulneráveis, protegidos por poder naval e não por discursos.</p>



<p>É neste contexto que Reino Unido e França convocam agora mais de quarenta países para discutir uma missão destinada a garantir a segurança no Estreito de Ormuz, mas ninguém deve alimentar ilusões. Quando potências europeias enviam navios de guerra e porta-aviões para uma das regiões mais explosivas do planeta, o mundo entra inevitavelmente numa nova fase de confrontação estratégica.</p>



<p>O mais impressionante é talvez o contraste entre a prudência das palavras e a gravidade dos factos.</p>



<p>O Teerão ameaça responder “de forma decisiva e imediata” à presença militar franco-britânica. Londres pré-posiciona meios militares no Médio Oriente. Paris envia o “Charles de Gaulle” para o Golfo. Mais de 1500 navios permanecem afetados pelo bloqueio parcial imposto pelo Irão. E a Agência Internacional de Energia alerta que o mercado mundial perdeu cerca de 14 milhões de barris de petróleo por dia, um choque energético de dimensão histórica.</p>



<p>A ironia é evidente. A mesma Europa que procurava reduzir dependências energéticas depois da invasão russa da Ucrânia vê-se novamente vulnerável a um estrangulamento externo, desta vez no Golfo. Mudam os protagonistas. Mantém-se a fragilidade. Mas existe ainda outro elemento profundamente revelador neste momento internacional, a fragmentação política do Ocidente.</p>



<p>A guerra desencadeada pelos ataques norte-americanos e israelitas ao Irão abriu fissuras profundas entre aliados. Alguns governos europeus entendem que Israel ultrapassou linhas vermelhas em Gaza, na Cisjordânia e no Líbano. Outros recusam qualquer medida que possa fragilizar politicamente Telavive num momento de confronto regional aberto com Teerão.</p>



<p>O resultado é um Ocidente simultaneamente unido e dividido. Unido no receio de uma catástrofe económica global, dividido sobre as responsabilidades políticas e morais que conduziram a esta crise.</p>



<p>E depois existe a questão central que poucos querem discutir frontalmente. Até onde estará o Irão disposto a ir? Porque o bloqueio de Ormuz não é apenas uma retaliação militar. É uma demonstração calculada de vulnerabilidade global. O regime iraniano sabe que não consegue competir convencionalmente com os Estados Unidos ou com a superioridade tecnológica israelita, mas sabe igualmente que possui capacidade para atingir o ponto mais sensível da economia mundial, a energia.</p>



<p>É uma lógica de dissuasão assimétrica. Se Teerão não consegue vencer militarmente os seus adversários, pode pelo menos elevar o custo económico da guerra a níveis politicamente insustentáveis.</p>



<p>E a verdade é que essa estratégia já está a produzir efeitos.</p>



<p>A inflação energética ameaça regressar em força. Os governos começam discretamente a preparar medidas de contenção de consumo. A Agência Internacional de Energia fala em teletrabalho, transportes públicos e redução de velocidade nas estradas, medidas que fazem recordar momentos de crise petrolífera que muitos julgavam enterrados no século passado.</p>



<p>De repente, o mundo percebe que a transição energética ainda não substituiu o petróleo. Apenas reduziu parcialmente a ilusão de dependência.</p>



<p>Há também uma dimensão psicológica nesta crise que merece atenção. Durante anos, as sociedades ocidentais habituaram-se à ideia de estabilidade permanente. Pandemia, guerra na Ucrânia, crise energética, inflação e agora o risco de colapso parcial de uma das principais rotas marítimas globais mostram precisamente o contrário. O século XXI está longe de ser um período de normalidade previsível. É um século de choque contínuo. Choque geopolítico. Choque energético. Choque tecnológico. Choque económico. E nesse ambiente, decisões erradas podem ter consequências muito superiores às previstas.</p>



<p>É por isso que a reunião desta terça-feira entre dezenas de países não é apenas mais uma cimeira diplomática. É um teste à capacidade das democracias ocidentais responderem a uma crise global sem mergulharem numa escalada militar incontrolável. Porque há uma linha extremamente ténue entre proteger rotas comerciais e entrar diretamente num teatro de guerra. E talvez seja precisamente essa a maior preocupação neste momento. Ninguém parece querer uma guerra regional total, mas todos os movimentos feitos até agora aumentam a probabilidade dela acontecer.</p>



<p>A História raramente explode de uma só vez. Normalmente avança por acumulação de pequenos passos, decisões defensivas, respostas proporcionais e escaladas graduais que, em determinado momento, deixam de poder ser controladas.</p>



<p>O Estreito de Ormuz pode tornar-se exatamente isso, o lugar onde o mundo descobre, tarde, que entrou numa crise muito maior do que imaginava.</p>



<p></p>



<p>Carina Alves, Diretora de Informação.</p>
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		<title>A Saúde e os nossos dados</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/a-saude-e-os-nossos-dados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:55:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Estónia, qualquer cidadão vê online quem acedeu ao seu historial clínico, quando e porquê, e pode bloquear esse acesso. Em Portugal, o registo de saúde eletrónico unificado está prometido para 2028. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://jornalnordeste.com/2026/05/11/a-saude-e-os-nossos-dados/">A Saúde e os nossos dados</a> aparece primeiro em <a href="https://jornalnordeste.com">Nordeste</a>.</p>
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<p>Na Estónia, qualquer cidadão vê online quem acedeu ao seu historial clínico, quando e porquê, e pode bloquear esse acesso. Em Portugal, o registo de saúde eletrónico unificado está prometido para 2028. A diferença não é tecnológica.</p>



<p>A Estónia tem um registo eletrónico nacional de saúde desde 2008, construído sobre um princípio fundador simples: o titular dos dados é o cidadão. Qualquer estónio entra no portal e vê o seu historial completo: consultas, exames, prescrições, imagens médicas. Vê também a lista de todos os profissionais que acederam ao registo, em que data e com que fundamento, e pode bloquear o acesso de qualquer um deles. Hoje, noventa e cinco por cento dos dados de saúde gerados no país estão digitalizados, e mais de 40 milhões de documentos clínicos circulam neste sistema.</p>



<p>Na Dinamarca, o sundhed.dk, existe desde 2003 e resolveu, há vinte anos, o problema que Portugal continua a chamar técnico. Agrega dados de mais de 120 fontes numa arquitectura federada, sem centralizar nem duplicar registos. Todos os hospitais são obrigados por lei a enviar resumos de cuidados ao repositório central. Todos os acessos ficam registados e aceder ao processo de outro cidadão sem fundamento clínico é crime.</p>



<p>Não é geografia nem geração tecnológica. É uma decisão política, tomada há vinte anos: o cidadão é dono do seu historial clínico, não utilizador autorizado de um arquivo que pertence ao Estado.<br>Portugal, vinte anos depois da Dinamarca, ainda não tomou a decisão. Promete tomá-la em 2028, e essa data, como todas as anteriores, não está a ser cumprida.</p>



<p>Em junho de 2024, a Secretária de Estado da Saúde voltou a prometer o Registo de Saúde Eletrónico Único (RSEu) para o final de 2025. No mesmo fórum do Conselho Nacional de Saúde, outros intervenientes lembraram que essa promessa se repete há mais de uma década. Em Portugal, o RSEu está pronto para o próximo ano há mais de dez anos consecutivos. A ex-ministra Maria de Belém Roseira descreveu o que existe hoje sem rodeios: &#8220;Temos muitas bases de dados, com informação repetida, e a única coisa que fazem é chocar umas com as outras.&#8221; Por despacho de março de 2025 foi criado um grupo de trabalho interdisciplinar. O RSEu tem agora 2028 como horizonte oficial, ou, traduzido para a aritmética da política portuguesa, depois das próximas eleições.</p>



<p>Entretanto, o Espaço Europeu de Dados de Saúde (EEDS) entrou em vigor. O regulamento promete exactamente aquilo que a Estónia e a Dinamarca já fazem: acesso transfronteiriço ao historial, com o consentimento do cidadão como chave. A Finlândia já o implementou. Qualquer finlandês activa no MyKanta a partilha do seu historial com médicos na Estónia, nos Países Baixos, na Letónia, na Noruega ou em Espanha, e desactiva-a quando entender. Portugal foi o primeiro país a partilhar dados com a Irlanda nesta infraestrutura. Partilhamos com Dublin. Continuamos sem partilhar entre o hospital e o centro de saúde do mesmo concelho. Exportamos a fachada de um sistema que internamente ainda não existe.</p>



<p>O que separa Portugal da Estónia não é a tecnologia nem o tamanho. É a arquitectura de poder.</p>



<p>Os sistemas que funcionam puseram o cidadão no centro desde o início, com controlo real e exigível sobre os seus dados. A consequência é política, não técnica: quando o utente tem a chave, a resistência institucional perde legitimidade. Um hospital pode dar mil razões técnicas para não partilhar um exame com o centro de saúde, mas não pode recusar entregá-lo ao doente que o exige por direito próprio. É a partir daí que a integração deixa de ser favor e passa a ser obrigação.</p>



<p>Em Portugal, a discussão tem sido travada ao contrário. Os dados de saúde são tratados como activo do sistema: das administrações hospitalares que controlam o que sai dos seus servidores, dos fornecedores de software que vivem da fragmentação, das instituições que medem poder em bases de dados próprias. A partilha com o cidadão é uma concessão que se faz mediante processo, formulário e justificação, quando e se alguém decidir fazê-la. Esta inversão silenciosa é a razão pela qual o RSEu é prometido há uma década e ainda não existe. Não falta tecnologia. Falta vontade política de retirar o controlo dos dados a quem hoje vive de o exercer.</p>



<p>O EEDS vai forçar alguma solução. A questão é qual. Portugal pode construir um sistema em que o cidadão tem mesmo a chave, com registo auditável de cada acesso e poder real para o bloquear. Ou pode construir mais um portal onde o utente vê o que alguém decidiu mostrar-lhe, no momento em que esse alguém decidiu actualizar a base de dados.</p>



<p>A diferença parece técnica. Não é. É a diferença entre um sistema de saúde que trata o cidadão como adulto e um que o trata como processo.</p>



<p>Ainda há dois anos até 2028 para sermos surpreendidos. Mas a confiança, em Portugal, perde-se por defeito, e o defeito, neste assunto, é já histórico.</p>
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		<title>Rui Teixeira e Mónica Silva vencem Meia Maratona das Cantarinhas</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/rui-teixeira-e-monica-silva-vencem-meia-maratona-das-cantarinhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Ginásio Clube de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[V Meia Maratona das Cantarinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rui Teixeira e Mónica Silva foram os grandes vencedores da Meia Maratona das Cantarinhas, disputada este domingo, em Bragança, estabelecendo novos recordes no percurso dos 21 quilómetros. O atleta da AD Vila Chã do Marão cortou a meta em 1:06:35 e destacou a dificuldade da prova devido às condições meteorológicas. “Foi uma boa luta com [&#8230;]</p>
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<p>Rui Teixeira e Mónica Silva foram os grandes vencedores da Meia Maratona das Cantarinhas, disputada este domingo, em Bragança, estabelecendo novos recordes no percurso dos 21 quilómetros.</p>



<p>O atleta da AD Vila Chã do Marão cortou a meta em 1:06:35 e destacou a dificuldade da prova devido às condições meteorológicas. “Foi uma boa luta com o vencedor do ano passado, mas consegui ser mais forte. As condições, no final da prova, ficaram difíceis. Foi aguentar esta chuva a bater no corpo, mas dar tudo até ao fim… estou muito feliz”, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-333500" style="width:840px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>Na vertente feminina, Mónica Silva, do Clube Atlético de Macedo de Cavaleiros, triunfou com a marca de 1:14:59, superando Carla Martinho, vencedora das últimas quatro edições. “É uma alegria para mim e para o clube que me acolhe. E, nós, também temos de retribuir com o nosso trabalho diário e representar da melhor forma”, disse.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-333501" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-1024x768.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-300x225.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-768x576.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-1536x1152.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Também a prova de 10 quilómetros teve um ritmo elevado. Em masculinos, Ruben Pires, do São Salvador do Campo, foi o mais rápido, concluindo a distância em 30:58. “Estou numa fase muito boa. Estou a trabalhar para correr maratonas na Europa e sinto-me muito forte. Foi muito bonito correr aqui, com tanto apoio ao longo do percurso”, referiu.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-333502" style="width:840px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>No setor feminino, Joana Ferreira, do Sport Clube Beira-Mar, estreou-se da melhor forma na competição brigantina, vencendo com o tempo de 35:08. “É a primeira vez que venho a Bragança e vencer aqui os 10 quilómetros é incrível. Ficam muito boas recordações”, afirmou, descrevendo o traçado como “desafiante”.</p>



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<p>Nos cinco quilómetros, os atletas da casa levaram a melhor. João Moreira, do Ginásio Clube de Bragança, venceu a competição masculina com 17:22. “O objetivo era fazer uma marca melhor, mas as condições climatéricas dificultaram muito. Depois percebi que não ia conseguir o tempo pretendido e foquei-me em garantir a vitória”, explicou.</p>



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<p>Já em femininos, Eva Fernandes, da MS Team, regressou à competição com um triunfo, terminando a prova em 21:38. “Ganhar em casa e regressar à competição desta forma foi muito especial. Não esperava vencer”, confessou.</p>



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<p>Na corrida de cadeira de rodas, integrada nos 10 quilómetros, Eduardo Bacalhau, da Porminho, voltou a vencer, completando a distância em 35:50. “Foi duro. Tenho duas hérnias e quase não consegui treinar, mas regressar aqui é sempre especial”, afirmou.</p>



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<p>A edição de 2026 registou um novo máximo de participantes, com 4070 inscritos, ultrapassando claramente os números do ano passado. Adélia Sendas, líder do Ginásio Clube de Bragança, acredita que a prova pode continuar a crescer nos próximos anos. “Se isto pode crescer? Eu penso que sim. Aliás, eu espero que sim, porque se ela tem crescido, acho que é pelo facto da excelente organização que temos e da forma como bem recebemos quem vem”, sublinhou.</p>



<p>Apesar da chuva e do mau tempo, a responsável considerou que o evento voltou a afirmar-se no panorama nacional. “O São Pedro não ajudou, mas a prova correu muito bem”, destacou.</p>



<p>A presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira, salientou o impacto económico e desportivo da iniciativa. “Bragança afirma-se nesta prova. Temos hotelaria e restauração praticamente cheias e isso mostra a importância do evento para o concelho”, referiu.</p>



<p>A prova contou ainda com a presença da campeã olímpica Rosa Mota, que deixou elogios à organização e ao ambiente vivido na cidade. “Ver tanta gente numa prova no interior do país significa que as pessoas estão preocupadas com a saúde, com o convívio e com o exercício físico. E Bragança acolhe muito bem quem cá vem”, destacou.</p>
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		<title>GDB empata em casa mas os próximos jogos da Fase de Subida serão encarados “como finais&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[empate]]></category>
		<category><![CDATA[GDB]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Desportivo de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Liga 3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Desportivo de Bragança empatou, ontem, em casa, frente Leça Futebol Clube, no terceiro jogo do Campeonato de Portugal – Grupo Promoção. André Irulegui, treinador do Bragança, gostava de ter vencido, mas reforça que a equipa continua nas contas para subir à Liga 3. “Na minha maneira de ver, fomos superiores ao Leça por [&#8230;]</p>
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<p>O Grupo Desportivo de Bragança empatou, ontem, em casa, frente Leça Futebol Clube, no terceiro jogo do Campeonato de Portugal – Grupo Promoção.</p>



<p>André Irulegui, treinador do Bragança, gostava de ter vencido, mas reforça que a equipa continua nas contas para subir à Liga 3. “Na minha maneira de ver, fomos superiores ao Leça por descermos para o balneário a perder 1-0, sendo que esse golo da equipa adversária foi falha nossa. Penso que o resultado custa um bocadinho. No final da segunda parte, eles têm um poderio maior, fomos obrigados a baixar um bocado as linhas e ficámos naquele momento em que não sabemos se arriscamos o 2-1 por estarmos em casa ou se nos agarramos ao empate. As minhas decisões foram para deixar ver o que o jogo dava. Agora restam mais 3 jogos, vamos encará-los sempre como finais. Estamos nas contas, que era o que nos interessava. O empate deixa-nos nas contas e vamos, como sempre disse até aqui, jogo a jogo ver o que é que isto dá”, rematou André Irulegui.</p>



<p>O treinador do Leça, Michael Figueiredo, também queria a vitória porque diz que a equipa foi superior. “Queríamos mais do que o empate. Numa fase subida é importante continuar a somar. Somámos um ponto aqui em Bragança e temos de tirar a parte positiva. Mas acho que estivemos por cima do jogo, criámos oportunidades para conseguir chegar à vantagem. Saímos daqui um pouco frustrados pelo empate”, referiu o técnico.</p>



<p>No próximo domingo o Bragança desloca-se ao terreno do Rebordosa.</p>



<p>Foto: Udo Gonçalves</p>
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		<title>Casa do Benfica de Alfândega da Fé vence campeonato distrital de futsal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato distrital]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Benfica de Alfândega da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Futsal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa do Benfica de Alfândega da Fé é campeã distrital de futsal. Este é o primeiro título da equipa e foi confirmado na sexta-feira, após o triunfo por 6-1 frente ao Clube Desportivo de Miranda do Douro, no segundo jogo da Final do Play-Off, realizado em Alfândega da Fé. O treinador, Bruno Rachado, fala [&#8230;]</p>
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<p>A Casa do Benfica de Alfândega da Fé é campeã distrital de futsal. Este é o primeiro título da equipa e foi confirmado na sexta-feira, após o triunfo por 6-1 frente ao Clube Desportivo de Miranda do Douro, no segundo jogo da Final do Play-Off, realizado em Alfândega da Fé.</p>



<p>O treinador, Bruno Rachado, fala de um feito histórico. “É algo inédito para a Casa do Benfica, mas é também algo inédito para Alfândega da Fé. Foi duro, mas deu muito prazer. Não há limites para sonhar. Quando as pessoas se movem no espírito de união, não há montanhas que não conseguimos ultrapassar. Ser campeão desta distrital e ser campeão a defrontar o Miranda&#8230; ainda mais engrandece o nosso feito”, referiu.</p>



<p>No primeiro jogo a equipa tinha vencido por 3-5. Com este triunfo, a Casa do Benfica de Alfândega da Fé assegura o primeiro título distrital da sua história no futsal sénior.</p>



<p>Foto: Associação de Futebol de Bragança</p>
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		<title>Governo vai regularizar infraestruturas agrícolas que permanecem irregulares há décadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agrinordeste]]></category>
		<category><![CDATA[infraestruturas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[legalização]]></category>
		<category><![CDATA[Macedo de Cavaleiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo vai começar a trabalhar na legalização de infraestruturas agrícolas que permanecem irregulares há décadas. A medida pretende facilitar o acesso dos agricultores aos apoios comunitários e foi destacada na I edição da Agrinordeste, em Macedo de Cavaleiros, pelo secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Silvério Regalado. “Há um [&#8230;]</p>
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<p>O Governo vai começar a trabalhar na legalização de infraestruturas agrícolas que permanecem irregulares há décadas. A medida pretende facilitar o acesso dos agricultores aos apoios comunitários e foi destacada na I edição da Agrinordeste, em Macedo de Cavaleiros, pelo secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Silvério Regalado. “Há um trabalho afincado entre o Ministério da Agricultura e o Ministério da Economia e Coesão Territorial, através da Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e da Secretaria de Estado da Agricultura, para que possamos voltar a fazer um trabalho de legalização de algumas infraestruturas ligadas ao setor agrícola, que não estão legais. Foram construídas há muitos anos, não foram legalizadas no último processo extraordinário que aconteceu e nós queremos olhar com atenção para isso porque sentimos que estes agricultores precisam, muitas vezes, de apoios, mas existe um impedimento que deriva do facto de não haver licenças de utilização dos espaços que ocupam. E portanto, nós queremos olhar para estes agricultores com atenção e dar-lhes as ferramentas necessárias para que eles possam responder àquilo que é uma necessidade”, clarificou o governante.</p>



<p>O secretário de Estado marcou presença, no sábado, em Macedo de Cavaleiros, para a inauguração da Agrinordeste.</p>
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