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	<title>Carina Alves, autor em Nordeste</title>
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	<title>Carina Alves, autor em Nordeste</title>
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		<title>Campanha para salvar tartaranhão-caçador já está no terreno</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/14/campanha-para-salvar-tartaranhao-cacador-ja-esta-no-terreno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 09:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Palombar]]></category>
		<category><![CDATA[tartaranhão-caçador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A campanha anual “Salvar o Tartaranhão-caçador” já está no terreno em Portugal e no oeste de Espanha. A campanha decorre até agosto e tem como objetivo implementar quatro fases que permitam salvaguardar a reprodução da espécie.&#160;Monitorizar, proteger, resgatar e sensibilizar são as etapas projetadas. Quanto à sensibilização, já que a espécie utiliza frequentemente searas e [&#8230;]</p>
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<p>A campanha anual “Salvar o Tartaranhão-caçador” já está no terreno em Portugal e no oeste de Espanha.</p>



<p>A campanha decorre até agosto e tem como objetivo implementar quatro fases que permitam salvaguardar a reprodução da espécie.&nbsp;Monitorizar, proteger, resgatar e sensibilizar são as etapas projetadas. Quanto à sensibilização, já que a espécie utiliza frequentemente searas e áreas de matos para nidificar, para evitar perdas, as equipas contactam agricultores, proprietários e gestores do território para implementar medidas preventivas, segundo José Pereira, presidente da Palombar – Conservação da Natureza e do Património Rural.</p>



<p>“Há um conjunto de medidas que são implementadas, são mais preventivas, por exemplo adiar a colheita do cereal para quando tiverem concluída a reprodução ou estando a fazer a ceifa poderem deixar uma área em volta do ninho por ceifar, seja em último caso a colocação de proteções dos ninhos para que após a ceifa e após o ninho ficar exposto esteja protegido dos predadores, sejam eles terrestres ou alados. E nas áreas de matos são outro tipo de medidas, nomeadamente o adiamento da desmatação para depois da reprodução, ou quando são situações de fogo controlado, tentar que sejam feitas fora da época de reprodução.”</p>



<p>O objetivo final é aumentar a taxa de sobrevivência e travar o colapso populacional da espécie.</p>



<p>“Tem como objetivo garantir que o maior número de ovos possível ecloda e que dê origem a um juvenil voador. Quanto mais indivíduos sobrevivem, maior a hipótese de eles fazerem a migração e voltarem vivos para se reproduzirem novamente. Aí sim, irmos aumentando o número de indivíduos recrutados para a população e com isso conseguir estagnar o declínio e a perda de indivíduos que tem vindo a ocorrer nos últimos 20 anos. Estamos sempre a falar nos últimos 20 anos de uma redução de cerca de 80% da população portuguesa nacional.”</p>



<p>Na região Norte e Centro, as equipas estão ainda a concluir a fase de deteção dos casais reprodutores, mas os números preliminares apontam para cerca de 150 casais em toda a área de atuação. No distrito de Bragança poderão existir entre 60 e 70 casais, distribuídos pelo Planalto Mirandês, Montesinho e vales do Tua e do Alvão.</p>
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		<title>Município de Alfândega da Fé sai oficialmente da situação de excesso de endividamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 08:36:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Alfândega da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara Municipal de Alfândega da Fé vai sair oficialmente da situação de excesso de endividamento em que se encontrava desde 2016. O presidente do município, Eduardo Tavares, considera ser “uma grande alegria” para o concelho. “Finalmente saímos do excesso de endividamento municipal com a confirmação das nossas contas de 2025. Ganhamos agora maior autonomia, [&#8230;]</p>
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<p>A Câmara Municipal de Alfândega da Fé vai sair oficialmente da situação de excesso de endividamento em que se encontrava desde 2016.</p>



<p>O presidente do município, Eduardo Tavares, considera ser “uma grande alegria” para o concelho. “Finalmente saímos do excesso de endividamento municipal com a confirmação das nossas contas de 2025. Ganhamos agora maior autonomia, maior liberdade. Vamos querer formalizar essa saída oficial do Fundo de Apoio Municipal para podermos nos próximos anos cumprir os compromissos que temos com os alfandeguenses, que é reduzir impostos municipais e podermos ter mais medidas de apoio à nossa economia, aos nossos jovens, termos mais liberdade de escolha para essas medidas que queremos implementar nos próximos anos”, disse.</p>



<p>Em 2016, a Câmara de Alfândega da Fé tinha uma dívida na ordem dos 20 milhões de euros, situação que levou o município a integrar a lista nacional de autarquias em excesso de endividamento e a recorrer ao Fundo de Apoio Municipal.</p>
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		<title>Mercado Cereja&#038;Co arranca com promessa de ano de excelência para o fruto</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/12/mercado-cerejaco-arranca-com-promessa-de-ano-de-excelencia-para-o-fruto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:34:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Alfândega da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[cereja]]></category>
		<category><![CDATA[Cereja&Co]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A abundância de cereja marcou o arranque do Mercado Cereja&#38;Co, que abriu portas na quinta-feira, no Lagar D’El Rei, em Alfândega da Fé, e que vai decorrer durante todos os fins de semana do mês de maio, reunindo produtores locais, gastronomia, cultura e animação. A produção deste ano está a superar as expectativas dos agricultores, [&#8230;]</p>
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<p>A abundância de cereja marcou o arranque do Mercado Cereja&amp;Co, que abriu portas na quinta-feira, no Lagar D’El Rei, em Alfândega da Fé, e que vai decorrer durante todos os fins de semana do mês de maio, reunindo produtores locais, gastronomia, cultura e animação.</p>



<p>A produção deste ano está a superar as expectativas dos agricultores, depois de campanhas mais difíceis. Luciano Silva, produtor de Bornes, fala num “ano muito diferente do ano passado”, com “muita, muita” cereja e um aumento significativo da produção.</p>



<p>O agricultor possui, atualmente, 17 hectares de cerejal e entre cinco a seis mil cerejeiras, continuando a reforçar o investimento na plantação. “Nos últimos cinco anos planto todos os anos entre 1500 a 2000 árvores”, explicou, sublinhando que a renovação das árvores “é essencial para garantir fruta de qualidade”.</p>



<p>Apesar da elevada quantidade de produção este ano, Luciano Silva admite que o calibre “poderá ser ligeiramente inferior” ao da campanha passada devido à abundância de fruto. Ainda assim, garante que o sabor e a qualidade da cereja se mantêm.</p>



<p>A cereja continua a afirmar-se como uma das grandes apostas agrícolas do concelho, embora os produtores enfrentem vários desafios. Entre eles, a dificuldade em garantir mão de obra suficiente para a apanha numa campanha curta e exigente. “O grande problema é a falta de mão de obra”, reconheceu o produtor, explicando que a cerejeira exige “muita manutenção ao longo do ano” e, depois, uma apanha rápida. “Se não tiver gente para apanhar, fica lá toda nas árvores”, lamentou, esclarecendo que, neste momento, se consegue remediar com a ajuda dos familiares e com algumas pessoas da aldeia.</p>



<p>Também Telmo Mesquita, presidente da Associação dos Comerciantes de Alfândega da Fé, aponta a escassez de trabalhadores como um dos maiores entraves ao setor. “Apesar deste ano termos um bom ano no que concerne à cereja, a falta de mão de obra está a ser um ponto bastante crítico junto dos produtores”, afirmou.</p>



<p>Segundo Telmo Mesquita, muitas famílias acabam por se organizar ao fim de semana para conseguir assegurar a colheita. “É uma época muito curta para a apanha e têm de ser aproveitados todos os dias para não deixar fruta nos pomares”, referiu, defendendo ainda políticas mais fortes de apoio ao interior para combater a desertificação e atrair trabalhadores.</p>



<p>O Mercado Cereja&amp;Co decorre no Lagar D’El Rei, espaço que o presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, Eduardo Tavares, considera ser “a grande porta de entrada do concelho”. O autarca descreve o equipamento como um espaço dedicado “aos produtos endógenos, à gastronomia e à cultura”, onde ao longo do ano têm sido promovidas várias iniciativas temáticas ligadas ao território.</p>



<p>Eduardo Tavares revelou ainda que o espaço deverá acolher futuramente o posto de turismo do concelho, reforçando a dinâmica do Lagar D’El Rei enquanto ponto de promoção do território, dos produtores locais e da cultura transmontana.</p>



<p>Além da venda de produtos regionais, o Mercado Cereja&amp;Co conta com uma programação cultural e gastronómica diversificada, funcionando também como antecâmara da Festa da Cereja&amp;Co 2026.</p>
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		<title>Alfândega da Fé e Santa Cruz reforçam laços</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/12/alfandega-da-fe-e-santa-cruz-reforcam-lacos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 09:27:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Alfândega da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[protocolo]]></category>
		<category><![CDATA[Santa Cruz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Alfândega da Fé e o município de Santa Cruz, em Cabo Verde, assinaram, na sexta-feira, 8 de maio, um protocolo de cooperação destinado a reforçar as relações institucionais, económicas e sociais entre os dois territórios. A assinatura do acordo decorreu durante as comemorações do feriado municipal e coincidiu com os 25 anos [&#8230;]</p>
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<p>O município de Alfândega da Fé e o município de Santa Cruz, em Cabo Verde, assinaram, na sexta-feira, 8 de maio, um protocolo de cooperação destinado a reforçar as relações institucionais, económicas e sociais entre os dois territórios.<br></p>



<p>A assinatura do acordo decorreu durante as comemorações do feriado municipal e coincidiu com os 25 anos da geminação entre Alfândega da Fé e Santa Cruz.</p>



<p><br>O protocolo prevê o desenvolvimento de iniciativas conjuntas nas áreas da economia, cultura, formação, promoção territorial e empregabilidade, incentivando também o intercâmbio entre empresas, instituições e agentes locais.</p>



<p><br>Entre os objetivos definidos estão a promoção dos produtos endógenos, a dinamização do tecido empresarial, a organização de feiras e encontros empresariais, ações de capacitação e projetos ligados ao recrutamento, mobilidade e integração profissional.</p>



<p><br>O presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, Eduardo Tavares, destacou a importância simbólica e estratégica da renovação desta parceria. “Temos o prazer enorme de ter o nosso município geminado com o de Santa Cruz. É uma geminação que vai fazer 25 anos aproveitamos para renovar esses votos e podermos ter nos próximos 25 anos mais trabalho de aproximação e estreitar os nossos laços”, afirmou.</p>



<p><br>Também o presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz, Carlos Alberto Silva, considerou que o protocolo representa uma oportunidade de crescimento para ambos os territórios. “Este protocolo tem grande importância desde logo no que toca à promoção dos dois municípios, das gentes destes dois municípios, da economia, da cultura e do desporto”, referiu.</p>



<p><br>O autarca cabo-verdiano explicou ainda que Santa Cruz pretende reforçar a cooperação económica com Alfândega da Fé, apostando na atração de investimento e na troca de experiências. “A nossa grande ambição é tornar o município de Santa Cruz num município com um bom desenvolvimento económico. Queremos procurar know-how, conhecimento e experiências noutros territórios, neste caso no território irmão que é Alfândega da Fé”, explicou.</p>



<p><br>Segundo Carlos Alberto Silva, a intenção passa também por incentivar empresários de Alfândega da Fé a investir em Santa Cruz, ao mesmo tempo que produtos cabo-verdianos poderão chegar ao concelho transmontano.</p>



<p><br>O protocolo agora assinado permitirá desenvolver futuras ações conjuntas consideradas de interesse comum pelos outorgantes, consolidando a cooperação entre Alfândega da Fé e Santa Cruz.</p>
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		<title>O estreito onde a economia mundial pode naufragar</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/o-estreito-onde-a-economia-mundial-pode-naufragar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 16:50:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante anos, o mundo habituou-se à ideia de que a globalização tinha dissolvido fronteiras, neutralizado rotas estratégicas e tornado os conflitos clássicos numa relíquia do século XX. Bastaria uma cadeia logística sofisticada, mercados financeiros interdependentes e diplomacia económica para garantir estabilidade. O Estreito de Ormuz veio recordar brutalmente o contrário. Bastou o Irão apertar o [&#8230;]</p>
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<p>Durante anos, o mundo habituou-se à ideia de que a globalização tinha dissolvido fronteiras, neutralizado rotas estratégicas e tornado os conflitos clássicos numa relíquia do século XX. Bastaria uma cadeia logística sofisticada, mercados financeiros interdependentes e diplomacia económica para garantir estabilidade. O Estreito de Ormuz veio recordar brutalmente o contrário.</p>



<p>Bastou o Irão apertar o garrote sobre uma das artérias marítimas mais importantes do planeta para a economia mundial entrar em sobressalto. Petróleo retido. Seguros marítimos disparados. Cadeias de abastecimento interrompidas. Navios imobilizados. Preços sob pressão. E governos ocidentais confrontados com uma realidade desconfortável, a de que a prosperidade das sociedades modernas continua dependente de corredores marítimos vulneráveis, protegidos por poder naval e não por discursos.</p>



<p>É neste contexto que Reino Unido e França convocam agora mais de quarenta países para discutir uma missão destinada a garantir a segurança no Estreito de Ormuz, mas ninguém deve alimentar ilusões. Quando potências europeias enviam navios de guerra e porta-aviões para uma das regiões mais explosivas do planeta, o mundo entra inevitavelmente numa nova fase de confrontação estratégica.</p>



<p>O mais impressionante é talvez o contraste entre a prudência das palavras e a gravidade dos factos.</p>



<p>O Teerão ameaça responder “de forma decisiva e imediata” à presença militar franco-britânica. Londres pré-posiciona meios militares no Médio Oriente. Paris envia o “Charles de Gaulle” para o Golfo. Mais de 1500 navios permanecem afetados pelo bloqueio parcial imposto pelo Irão. E a Agência Internacional de Energia alerta que o mercado mundial perdeu cerca de 14 milhões de barris de petróleo por dia, um choque energético de dimensão histórica.</p>



<p>A ironia é evidente. A mesma Europa que procurava reduzir dependências energéticas depois da invasão russa da Ucrânia vê-se novamente vulnerável a um estrangulamento externo, desta vez no Golfo. Mudam os protagonistas. Mantém-se a fragilidade. Mas existe ainda outro elemento profundamente revelador neste momento internacional, a fragmentação política do Ocidente.</p>



<p>A guerra desencadeada pelos ataques norte-americanos e israelitas ao Irão abriu fissuras profundas entre aliados. Alguns governos europeus entendem que Israel ultrapassou linhas vermelhas em Gaza, na Cisjordânia e no Líbano. Outros recusam qualquer medida que possa fragilizar politicamente Telavive num momento de confronto regional aberto com Teerão.</p>



<p>O resultado é um Ocidente simultaneamente unido e dividido. Unido no receio de uma catástrofe económica global, dividido sobre as responsabilidades políticas e morais que conduziram a esta crise.</p>



<p>E depois existe a questão central que poucos querem discutir frontalmente. Até onde estará o Irão disposto a ir? Porque o bloqueio de Ormuz não é apenas uma retaliação militar. É uma demonstração calculada de vulnerabilidade global. O regime iraniano sabe que não consegue competir convencionalmente com os Estados Unidos ou com a superioridade tecnológica israelita, mas sabe igualmente que possui capacidade para atingir o ponto mais sensível da economia mundial, a energia.</p>



<p>É uma lógica de dissuasão assimétrica. Se Teerão não consegue vencer militarmente os seus adversários, pode pelo menos elevar o custo económico da guerra a níveis politicamente insustentáveis.</p>



<p>E a verdade é que essa estratégia já está a produzir efeitos.</p>



<p>A inflação energética ameaça regressar em força. Os governos começam discretamente a preparar medidas de contenção de consumo. A Agência Internacional de Energia fala em teletrabalho, transportes públicos e redução de velocidade nas estradas, medidas que fazem recordar momentos de crise petrolífera que muitos julgavam enterrados no século passado.</p>



<p>De repente, o mundo percebe que a transição energética ainda não substituiu o petróleo. Apenas reduziu parcialmente a ilusão de dependência.</p>



<p>Há também uma dimensão psicológica nesta crise que merece atenção. Durante anos, as sociedades ocidentais habituaram-se à ideia de estabilidade permanente. Pandemia, guerra na Ucrânia, crise energética, inflação e agora o risco de colapso parcial de uma das principais rotas marítimas globais mostram precisamente o contrário. O século XXI está longe de ser um período de normalidade previsível. É um século de choque contínuo. Choque geopolítico. Choque energético. Choque tecnológico. Choque económico. E nesse ambiente, decisões erradas podem ter consequências muito superiores às previstas.</p>



<p>É por isso que a reunião desta terça-feira entre dezenas de países não é apenas mais uma cimeira diplomática. É um teste à capacidade das democracias ocidentais responderem a uma crise global sem mergulharem numa escalada militar incontrolável. Porque há uma linha extremamente ténue entre proteger rotas comerciais e entrar diretamente num teatro de guerra. E talvez seja precisamente essa a maior preocupação neste momento. Ninguém parece querer uma guerra regional total, mas todos os movimentos feitos até agora aumentam a probabilidade dela acontecer.</p>



<p>A História raramente explode de uma só vez. Normalmente avança por acumulação de pequenos passos, decisões defensivas, respostas proporcionais e escaladas graduais que, em determinado momento, deixam de poder ser controladas.</p>



<p>O Estreito de Ormuz pode tornar-se exatamente isso, o lugar onde o mundo descobre, tarde, que entrou numa crise muito maior do que imaginava.</p>



<p></p>



<p>Carina Alves, Diretora de Informação.</p>
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		<item>
		<title>Rui Teixeira e Mónica Silva vencem Meia Maratona das Cantarinhas</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/rui-teixeira-e-monica-silva-vencem-meia-maratona-das-cantarinhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Ginásio Clube de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[V Meia Maratona das Cantarinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Rui Teixeira e Mónica Silva foram os grandes vencedores da Meia Maratona das Cantarinhas, disputada este domingo, em Bragança, estabelecendo novos recordes no percurso dos 21 quilómetros. O atleta da AD Vila Chã do Marão cortou a meta em 1:06:35 e destacou a dificuldade da prova devido às condições meteorológicas. “Foi uma boa luta com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Rui Teixeira e Mónica Silva foram os grandes vencedores da Meia Maratona das Cantarinhas, disputada este domingo, em Bragança, estabelecendo novos recordes no percurso dos 21 quilómetros.</p>



<p>O atleta da AD Vila Chã do Marão cortou a meta em 1:06:35 e destacou a dificuldade da prova devido às condições meteorológicas. “Foi uma boa luta com o vencedor do ano passado, mas consegui ser mais forte. As condições, no final da prova, ficaram difíceis. Foi aguentar esta chuva a bater no corpo, mas dar tudo até ao fim… estou muito feliz”, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-333500" style="width:840px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692774223_1427459782736988_4218416041831349251_n-1.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>Na vertente feminina, Mónica Silva, do Clube Atlético de Macedo de Cavaleiros, triunfou com a marca de 1:14:59, superando Carla Martinho, vencedora das últimas quatro edições. “É uma alegria para mim e para o clube que me acolhe. E, nós, também temos de retribuir com o nosso trabalho diário e representar da melhor forma”, disse.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-333501" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-1024x768.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-300x225.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-768x576.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1-1536x1152.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690752655_1427459712736995_5100509792849666083_n-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Também a prova de 10 quilómetros teve um ritmo elevado. Em masculinos, Ruben Pires, do São Salvador do Campo, foi o mais rápido, concluindo a distância em 30:58. “Estou numa fase muito boa. Estou a trabalhar para correr maratonas na Europa e sinto-me muito forte. Foi muito bonito correr aqui, com tanto apoio ao longo do percurso”, referiu.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-333502" style="width:840px;height:auto" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-768x1024.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-225x300.jpg 225w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/692698048_1427425152740451_5671738431117129696_n-1.jpg 1536w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>No setor feminino, Joana Ferreira, do Sport Clube Beira-Mar, estreou-se da melhor forma na competição brigantina, vencendo com o tempo de 35:08. “É a primeira vez que venho a Bragança e vencer aqui os 10 quilómetros é incrível. Ficam muito boas recordações”, afirmou, descrevendo o traçado como “desafiante”.</p>



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<p>Nos cinco quilómetros, os atletas da casa levaram a melhor. João Moreira, do Ginásio Clube de Bragança, venceu a competição masculina com 17:22. “O objetivo era fazer uma marca melhor, mas as condições climatéricas dificultaram muito. Depois percebi que não ia conseguir o tempo pretendido e foquei-me em garantir a vitória”, explicou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/689327437_1427418929407740_1795302100834427253_n-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-333505" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/689327437_1427418929407740_1795302100834427253_n-1-1024x768.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/689327437_1427418929407740_1795302100834427253_n-1-300x225.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/689327437_1427418929407740_1795302100834427253_n-1-768x576.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/689327437_1427418929407740_1795302100834427253_n-1-1536x1152.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/689327437_1427418929407740_1795302100834427253_n-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Já em femininos, Eva Fernandes, da MS Team, regressou à competição com um triunfo, terminando a prova em 21:38. “Ganhar em casa e regressar à competição desta forma foi muito especial. Não esperava vencer”, confessou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/691104770_1427418926074407_3385209436675262556_n-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-333506" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/691104770_1427418926074407_3385209436675262556_n-1-1024x768.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/691104770_1427418926074407_3385209436675262556_n-1-300x225.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/691104770_1427418926074407_3385209436675262556_n-1-768x576.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/691104770_1427418926074407_3385209436675262556_n-1-1536x1152.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/691104770_1427418926074407_3385209436675262556_n-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Na corrida de cadeira de rodas, integrada nos 10 quilómetros, Eduardo Bacalhau, da Porminho, voltou a vencer, completando a distância em 35:50. “Foi duro. Tenho duas hérnias e quase não consegui treinar, mas regressar aqui é sempre especial”, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690686119_1427425172740449_1735907714258893973_n-1-1024x768.jpg" alt="" class="wp-image-333507" srcset="https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690686119_1427425172740449_1735907714258893973_n-1-1024x768.jpg 1024w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690686119_1427425172740449_1735907714258893973_n-1-300x225.jpg 300w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690686119_1427425172740449_1735907714258893973_n-1-768x576.jpg 768w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690686119_1427425172740449_1735907714258893973_n-1-1536x1152.jpg 1536w, https://jornalnordeste.com/wp-content/uploads/2026/05/690686119_1427425172740449_1735907714258893973_n-1.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A edição de 2026 registou um novo máximo de participantes, com 4070 inscritos, ultrapassando claramente os números do ano passado. Adélia Sendas, líder do Ginásio Clube de Bragança, acredita que a prova pode continuar a crescer nos próximos anos. “Se isto pode crescer? Eu penso que sim. Aliás, eu espero que sim, porque se ela tem crescido, acho que é pelo facto da excelente organização que temos e da forma como bem recebemos quem vem”, sublinhou.</p>



<p>Apesar da chuva e do mau tempo, a responsável considerou que o evento voltou a afirmar-se no panorama nacional. “O São Pedro não ajudou, mas a prova correu muito bem”, destacou.</p>



<p>A presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira, salientou o impacto económico e desportivo da iniciativa. “Bragança afirma-se nesta prova. Temos hotelaria e restauração praticamente cheias e isso mostra a importância do evento para o concelho”, referiu.</p>



<p>A prova contou ainda com a presença da campeã olímpica Rosa Mota, que deixou elogios à organização e ao ambiente vivido na cidade. “Ver tanta gente numa prova no interior do país significa que as pessoas estão preocupadas com a saúde, com o convívio e com o exercício físico. E Bragança acolhe muito bem quem cá vem”, destacou.</p>
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		<title>GDB empata em casa mas os próximos jogos da Fase de Subida serão encarados “como finais&#8221;</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/empate-caseiro-desilude-gdb-mas-os-proximos-jogos-da-fase-de-subida-vao-ser-encarados-como-finais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[empate]]></category>
		<category><![CDATA[GDB]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Desportivo de Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Liga 3]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Desportivo de Bragança empatou, ontem, em casa, frente Leça Futebol Clube, no terceiro jogo do Campeonato de Portugal – Grupo Promoção. André Irulegui, treinador do Bragança, gostava de ter vencido, mas reforça que a equipa continua nas contas para subir à Liga 3. “Na minha maneira de ver, fomos superiores ao Leça por [&#8230;]</p>
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<p>O Grupo Desportivo de Bragança empatou, ontem, em casa, frente Leça Futebol Clube, no terceiro jogo do Campeonato de Portugal – Grupo Promoção.</p>



<p>André Irulegui, treinador do Bragança, gostava de ter vencido, mas reforça que a equipa continua nas contas para subir à Liga 3. “Na minha maneira de ver, fomos superiores ao Leça por descermos para o balneário a perder 1-0, sendo que esse golo da equipa adversária foi falha nossa. Penso que o resultado custa um bocadinho. No final da segunda parte, eles têm um poderio maior, fomos obrigados a baixar um bocado as linhas e ficámos naquele momento em que não sabemos se arriscamos o 2-1 por estarmos em casa ou se nos agarramos ao empate. As minhas decisões foram para deixar ver o que o jogo dava. Agora restam mais 3 jogos, vamos encará-los sempre como finais. Estamos nas contas, que era o que nos interessava. O empate deixa-nos nas contas e vamos, como sempre disse até aqui, jogo a jogo ver o que é que isto dá”, rematou André Irulegui.</p>



<p>O treinador do Leça, Michael Figueiredo, também queria a vitória porque diz que a equipa foi superior. “Queríamos mais do que o empate. Numa fase subida é importante continuar a somar. Somámos um ponto aqui em Bragança e temos de tirar a parte positiva. Mas acho que estivemos por cima do jogo, criámos oportunidades para conseguir chegar à vantagem. Saímos daqui um pouco frustrados pelo empate”, referiu o técnico.</p>



<p>No próximo domingo o Bragança desloca-se ao terreno do Rebordosa.</p>



<p>Foto: Udo Gonçalves</p>
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		<title>Casa do Benfica de Alfândega da Fé vence campeonato distrital de futsal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:40:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[campeonato distrital]]></category>
		<category><![CDATA[Casa do Benfica de Alfândega da Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Futsal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa do Benfica de Alfândega da Fé é campeã distrital de futsal. Este é o primeiro título da equipa e foi confirmado na sexta-feira, após o triunfo por 6-1 frente ao Clube Desportivo de Miranda do Douro, no segundo jogo da Final do Play-Off, realizado em Alfândega da Fé. O treinador, Bruno Rachado, fala [&#8230;]</p>
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<p>A Casa do Benfica de Alfândega da Fé é campeã distrital de futsal. Este é o primeiro título da equipa e foi confirmado na sexta-feira, após o triunfo por 6-1 frente ao Clube Desportivo de Miranda do Douro, no segundo jogo da Final do Play-Off, realizado em Alfândega da Fé.</p>



<p>O treinador, Bruno Rachado, fala de um feito histórico. “É algo inédito para a Casa do Benfica, mas é também algo inédito para Alfândega da Fé. Foi duro, mas deu muito prazer. Não há limites para sonhar. Quando as pessoas se movem no espírito de união, não há montanhas que não conseguimos ultrapassar. Ser campeão desta distrital e ser campeão a defrontar o Miranda&#8230; ainda mais engrandece o nosso feito”, referiu.</p>



<p>No primeiro jogo a equipa tinha vencido por 3-5. Com este triunfo, a Casa do Benfica de Alfândega da Fé assegura o primeiro título distrital da sua história no futsal sénior.</p>



<p>Foto: Associação de Futebol de Bragança</p>
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		<title>Governo vai regularizar infraestruturas agrícolas que permanecem irregulares há décadas</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/governo-vai-regularizar-infraestruturas-agricolas-que-permanecem-irregulares-ha-decadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Agrinordeste]]></category>
		<category><![CDATA[infraestruturas agrícolas]]></category>
		<category><![CDATA[legalização]]></category>
		<category><![CDATA[Macedo de Cavaleiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Governo vai começar a trabalhar na legalização de infraestruturas agrícolas que permanecem irregulares há décadas. A medida pretende facilitar o acesso dos agricultores aos apoios comunitários e foi destacada na I edição da Agrinordeste, em Macedo de Cavaleiros, pelo secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Silvério Regalado. “Há um [&#8230;]</p>
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<p>O Governo vai começar a trabalhar na legalização de infraestruturas agrícolas que permanecem irregulares há décadas. A medida pretende facilitar o acesso dos agricultores aos apoios comunitários e foi destacada na I edição da Agrinordeste, em Macedo de Cavaleiros, pelo secretário de Estado da Administração Local e do Ordenamento do Território, Silvério Regalado. “Há um trabalho afincado entre o Ministério da Agricultura e o Ministério da Economia e Coesão Territorial, através da Secretaria de Estado do Ordenamento do Território e da Secretaria de Estado da Agricultura, para que possamos voltar a fazer um trabalho de legalização de algumas infraestruturas ligadas ao setor agrícola, que não estão legais. Foram construídas há muitos anos, não foram legalizadas no último processo extraordinário que aconteceu e nós queremos olhar com atenção para isso porque sentimos que estes agricultores precisam, muitas vezes, de apoios, mas existe um impedimento que deriva do facto de não haver licenças de utilização dos espaços que ocupam. E portanto, nós queremos olhar para estes agricultores com atenção e dar-lhes as ferramentas necessárias para que eles possam responder àquilo que é uma necessidade”, clarificou o governante.</p>



<p>O secretário de Estado marcou presença, no sábado, em Macedo de Cavaleiros, para a inauguração da Agrinordeste.</p>
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		<title>Macedo de Cavaleiros lidera com número de projetos de jovens agricultores no distrito de Bragança</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/05/11/macedo-de-cavaleiros-lidera-com-numero-de-projetos-de-jovens-agricultores-no-distrito-de-braganca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 08:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agrinordeste]]></category>
		<category><![CDATA[jovens agricultores]]></category>
		<category><![CDATA[Macedo de Cavaleiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A I edição da Agrinordeste colocou a agricultura no centro da estratégia de Macedo de Cavaleiros. Ainda assim, há muito por fazer na região para que se possa viver da agricultura. Ricardo Trovisco, da Amendoeira, no concelho de Macedo, tem mais de 20 hectares de cerejeiras e 15 de castanheiros, mas arranjar mão-de-obra para a [&#8230;]</p>
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<p>A I edição da Agrinordeste colocou a agricultura no centro da estratégia de Macedo de Cavaleiros. Ainda assim, há muito por fazer na região para que se possa viver da agricultura.</p>



<p>Ricardo Trovisco, da Amendoeira, no concelho de Macedo, tem mais de 20 hectares de cerejeiras e 15 de castanheiros, mas arranjar mão-de-obra para a agricultura “é difícil”. Além disso, há muitas mais dificuldades. “É conseguir realmente fazer emparcelamentos, conseguir juntar áreas nestes minifúndios, conseguir adquirir, alugar, é extremamente complicado. Para além disso, ainda temos a questão do nosso tipo de terrenos, que também é bastante complicada. E a água, o regadio, é cada vez mais importante”, esclareceu o jovem agricultor.</p>



<p>Também António Garcia alertou para dificuldades, neste caso no setor da apicultura. “As produções caíram drasticamente em relação aos anos anteriores. As doenças aumentaram, há mais apicultores, o que isso quer dizer é que as doenças expandem-se mais. Além disso, a vespa asiática, que já temos aqui no nosso território, faz muitos estragos. Isto tudo faz cair a produção, ou seja, o apicultor cada vez consegue ter menos produto”, referiu.</p>



<p>Já Maria Silva, produtora agrícola da aldeia das Arcas, defendeu a criação de estruturas cooperativas capazes de valorizar e comercializar os produtos locais. “Acho que fazia falta uma associação que trabalhasse com os produtos todos. Como pega na azeitona, havia de pegar nas cerejas, amêndoas, por exemplo, e havia de pegar noutros produtos porque o intermediário é que fica com a parte maior”, explicou.</p>



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<p>Sérgio Borges, presidente da câmara de Macedo de Cavaleiros, garantiu que o município quer afirmar a Agrinordeste como uma referência agrícola do Norte do país, já que o concelho lidera atualmente o número de projetos de jovens agricultores no distrito de Bragança. “Isso é de louvar, é o reconhecer de que realmente a aposta está ganha. Os jovens cada vez apostam mais na agricultura no nosso município e obviamente que temos de os ajudar, apoiar, para dobrar, se possível, ou triplicar esse número”, referiu o presidente.</p>



<p>O evento contou com mais de 60 expositores, entre produtores locais, artesãos e empresas ligadas ao setor agrícola.</p>



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