Mais de 400 pessoas este ano
Em 2006, os psicólogos que integram este projecto em rede já atenderam cerca de 400 pessoas, em 2.800 consultas. Os números, segundo Zita Lopes, superam todas as expectativas iniciais. “Funciona muito bem e há tendência a evoluir”, referiu a responsável.
No grupo dos mais jovens, os dados apontam para uma maior incidência dos rapazes entre os 6 e os 9 anos, altura que coincide com a passagem pela escola primária. “Recebemos meninos com problemas comportamentais, atrasos no desenvolvimento, fobias ou dificuldades de adaptação”, sublinhou a psicóloga.
Entre os adultos, as mulheres, maioritariamente casadas, entre os 28 e os 38 anos, são as que mais recorrem às consultas de psicologia, “normalmente com sintomas depressivos ou de ansiedade”, referiu Zita Lopes.
Já os idosos utilizam este serviço, geralmente, devido a questões relacionadas com a morte de alguém que lhes era próximo. “Os mais velhos sofrem muito com o luto”, revelou a psicóloga.
