Reginorde sopra 25 velas
A par da música, o certame também vai acolher a Festa da geografia, a Feira do Livro e o Festival de Gastronomia.
O presidente da ACIM, Jorge Morais, justifica as alterações dos últimos anos e da nova organização: “Temos andado com novos projectos, modelos de gestão e novas ideias”. O objectivo, afirma o responsável, é reduzir os custos através da diminuição dos espectáculos musicais. “A Reginorde é uma feira e não uma festa”, salienta Jorge Morais, acrescentando que os visitantes vão ser beneficiados nos custos de bilheteira.
Além disso, mantêm-se o volume de expositores e o espaço da feira.
Na óptica do presidente da CMM, José Silvano, a Reginorde “vai ser completamente diferente e vai estar no seu melhor, tanto ao nível da arrumação do espaço como da qualidade das empresas que vão estar presentes”.
A feira, com um orçamento de 140 mil euros, abre no próximo dia 21 e vai decorrer durante cinco dias. Já os bilhetes vão custar 2,5 euros no dia da abertura e 1 euro nos restantes dias.

