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2.900 milhões para zonas desertificadas

2.900 milhões para zonas desertificadas
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  • 20 de Maio de 2008, 09:40

A medida, apresentada pelo secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Rui Baleiras, durante o workshop “Territórios de Baixa Densidade – Oportunidades de Desenvolvimento”, que decorreu em Vila Nova de Foz Côa na passada quinta-feira, visa valorizar economicamente recursos endógenos de cada território, como património histórico, saberes tradicionais e recursos naturais.
Preferencialmente destinado a regiões fora das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, capitais de distrito ou outras com mais de 20 mil habitantes, o PROVERE integra um dos quatro tipos de estratégia de eficiência colectiva abrangidos pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). Esta medida permitirá, assim, um acesso aos cerca de 2.900 milhões de euros disponibilizados pelos Planos Operacionais Regionais.
Em declarações à Agência Lusa, Rui Baleiras sublinhou que o PROVERE pretende criar empregos, estimular a cooperação, bem como facilitar o acesso aos fundos comunitários em regiões de baixa densidade.
Segundo o governante, para usufruir deste programa é necessário avançar com candidaturas conjuntas, o que o diferencia de outras medidas previstas pelo QREN, que beneficiam, normalmente, promotores individuais.
Após a apresentação do PROVERE, por Rui Baleiras, os oradores que participaram no workshop “Territórios de Baixa Densidade – Oportunidades de Desenvolvimento” falaram da experiência internacional e ilações das boas práticas, bem como da experiência portuguesa e perspectivas de desenvolvimento.

PROVERE prevê apresentação de candidaturas conjuntas de entidades públicas e privadas

Recorde-se que o evento contou com a presença da directora-geral e do subdirector – geral do Departamento de Prospectiva e Planeamento, Manuela Proença e Natalino Martins, respectivamente, dos presidentes das Câmaras Municipais de Vila Nova de Foz Côa e Cantanhede, Emílio Mesquita e João Moura, de Adriano Pimpão da Universidade do Algarve.
Participaram, ainda, o vice-presidente do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, Carlos Figueiredo e os presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e do Centro, Carlos Lage e Alfredo Marques, respectivamente, entre outros especialistas e técnicos.

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Redação