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PROVERE

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  • 20 de Maio de 2008, 10:42

As acessibilidades rodoviárias não vão além das estradas nacionais, a Linha do Douro foi desactivada entre Pocinho e Barca d´Alva e o sistema nacional de saúde foi reduzido ao mínimo, em nome da fraca densidade populacional, claro.
Só quem conhece Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo e Almendra sabe o risco que é ter um acidente grave nestas zonas desguarnecidas a quase todos os níveis.
Ao longo dos tempos, são várias as tábuas de salvação já desenhadas, mas as opções políticas ou a falta delas têm deitado tudo a perder.
Primeiro foi a barragem de terminou a meio, levando centenas de postos de trabalho durante quase cinco anos. Depois veio o Parque Arqueológico do Vale do Côa, que só conseguirá corresponder às expectativas quando o museu e centro interpretativo forem uma realidade.
No que respeita ao PROVERE, é vasto o número de instrumentos criados para inverter o desequilíbrio Interior-Litoral e talvez seja este o momento para começar a “equilibrar o barco”. Em primeiro lugar porque as dotações financeiras ascendem a 2.900 milhões de euros, em segundo porque estão previstas candidaturas conjuntas por parte de entidades privadas em torno dos saberes tradicionais e recurso naturais. Haja iniciativa empresarial para aproveitar os fundos que continuam a jorrar de Bruxelas.

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Redação