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Ao sabor do vento

Ao sabor do vento
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  • 27 de Maio de 2008, 09:13

“Tínhamos mais inscritos, mas o mau tempo fez com que tivessem medo. Os participantes de Vila Real nem chegaram a arrancar por causa da chuva”, explicou o coordenador desportivo da delegação de Bragança do INATEL, António Oliveira.
Ao sinal do responsável, os mais afoitos e aventureiros iam ganhando velocidade à medida que desciam a rampa, até atravessarem a meta que lhes podiam garantir uma vitória. “Normalmente, os carros mais velozes levam cerca de 35 segundos a chegar ao final da prova e ganha o que conseguir terminar o Slalom em menos tempo”, adiantou António Oliveira.
Dividida em cinco categorias, os participantes poderiam correr com carrinhos feitos exclusivamente de madeira, de madeira e ferro, alterados, só com rolamentos e, também todos os veículos sem motor e guiador. “Temos carros de todo o tipo e executados com diversos materiais, que podem inscrever-se numa das cinco modalidades”, explicou o coordenador desportivo.

Organização lamenta pouca afluência de assistência e de inscritos

Dada a inclinação do trajecto e o piso molhado, era obrigatório o uso de capacete. “No ano passado registámos um incidente que pode ocorrer com este tipo de iniciativas desportivas, mas nesta edição está tudo a correr pelo melhor”, sublinhou António Oliveira.
Apesar do evento ter atraído algum público, o responsável acredita que as pessoas ainda não estão muito receptivas a este tipo de actividades. “Provavelmente, já ouviram falar, mas não sabem muito bem o que é”, reconhece.
Recorde-se que a prova esteve aberta a quem quisesse participar, sendo que, para tal, bastava ter um carrinho que respeitasse as regras definidas no regulamento do INATEL e do Nordeste Automóvel Clube, que também colaborou na organização.
A delegação de Bragança do INATEL já agendou mais duas iniciativas do género para a capital de distrito e outra para Vinhais. “Vão ser actividades deste tipo, com carrinhos de pau, mas que se realizarão em locais diferentes do habitual”, acrescentou António Oliveira.

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Redação