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Anamnesis em Vimioso

Anamnesis em Vimioso
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  • 30 de Setembro de 2008, 13:20

Tendo a água como tema de fundo, o rio Angueira foi o protagonista desta iniciativa que integrou filmes, concertos e baile, ateliers e oficinas, bem como palestras subordinadas aos recursos naturais.
Assim, o Anamnesis arrancou com o documentário “A Casa da Minha Avó”, de Adan Aliaga, focado na personalidade de uma avó que domina todo o filme centrado numa mudança de paisagem.
Já no passado sábado, o Castelo de Algoso recebeu a oficina “Sintonizar os ouvidos e compor os sons do mundo”, organizada pela Associação Binaural, que foi conduzida por dois especialistas na gravação de sons, processamento digital de áudio e composição musical por computador. Já ao final da tarde, o concerto Fachada B, ao qual se juntou VJ Tiago Pereira deu cor a Algoso. Depois do jantar no Castelo daquela freguesia, os interessados assistiram ao filme “Balaou”, de Gonçalo Tocha, que fala de uma viagem “para aceitar o esquecimento das coisas” e memórias dolorosas. A noite terminou com um baile naquele local, onde o monumento mais conhecido de Algoso se transformou numa discoteca medieval, em que a tradição se misturou com tecnologias modernas e os gaiteiros com vídeo-jockey.
Anteontem, o dia foi dedicado à realização de duas palestras: “Os rios e os seus usos humanos”, por Vítos Casas, e “Parque Patrimonial do Mondego”. Já depois de almoço, foi tempo de se darem a conhecer os resultados da oficina de paisagens sonoras.
Recorde-se que o Anamnesis foi promovido pela Associartecine, Câmara Municipal de Vimioso e Bazar do Vídeo.

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Redação