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Navalhas de Palaçoulo entram no mundo do futebol

Navalhas de Palaçoulo entram no mundo do futebol
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  • 7 de Outubro de 2008, 09:13

Os produtos oficiais, licenciados com a imagem do Benfica, Sporting e F.C. do Porto, encontram-se à venda há cerca de um mês e já ganharam a simpatia dos adeptos.
A aposta inicial da empresa incidiu no mercado regional, mas também já é possível encontrar estes brindes nas lojas dos clubes espalhadas por Lisboa e Porto. “Em Bragança já estão à venda em vários locais da cidade, no Porto também estão nalguns pontos de venda e começamos agora a entrar em Lisboa”, acrescenta o gerente da Cutelaria Martins, Silvestre Marques.
O objectivo é colocar no mercado 40 mil navalhas por ano, destinadas a um público-alvo abrangente. “Orientamos este produto, sobretudo, para a compra por impulso, ofertas para um amigo ou familiar e pretendemos chegar, ainda, ao mercado da ‘saudade’, nomeadamente aos emigrantes”, desvenda Alberto Martins, um dos sócios da Cutelaria.
Para tal, a empresa está a criar uma rede de representantes no estrangeiro, com o objectivo de ampliar a sua internacionalização. “Actualmente, o nível de exportações situa-se nos 20 por cento, na sua maioria para Espanha. Com estes novos produtos pretendemos alargar para França e Alemanha, já a partir do próximo mês”, acrescenta o responsável.
Através deste projecto, a Cutelaria Martins assume uma mudança no posicionamento estratégico. O objectivo é chegar a novos mercados com produtos diferenciados e, ao mesmo tempo, satisfazer preferências individuais.

Quem comprar um brinde dá um contributo financeiro para o seu clube preferido

Para já, estão à venda oito modelos com a imagem de cada um dos clubes, que fazem parte das três linhas de navalhas criadas pela empresa. “Temos a linha dos lisos, com a navalha tradicional de Palaçoulo, a linha das formas, com a navalha de garfo e a navalha pequena redonda, e a linha glamour, que é a mais recente”, explica Alberto Martins.
Nas lojas, os produtos oficiais dos três clubes estão dispostos no mesmo expositor. “Apostámos numa estratégia que passou, sobretudo, por darmos o mesmo destaque aos três, daí o expositor multiclube conter 10 peças de cada um”, realça o responsável.
O uso da imagem do FCP, SLB e SCP representa contrapartidas económicas para os grandes do futebol, uma vez que a empresa é obrigada a pagar os royalties pela impressão dos símbolos nas navalhas e talheres. “Importa realçar ainda o facto do comprador estar a dar um contributo financeiro ao clube da sua simpatia”, acrescenta Alberto Martins.
Recorde-se que tanto o Benfica, como o Sporting e o F.C. do Porto alargaram o leque de produtos oficiais licenciados, que anteriormente incidia sobre os têxteis, o que permitiu à empresa mirandesa concretizar o sonho de entrar no mundo do futebol.

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Redação