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Moncorvo quer revitalizar centro histórico

Moncorvo quer revitalizar centro histórico
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  • 14 de Outubro de 2008, 10:15

A acção pretende valorizar a praça Francisco Meireles, bem como a zona envolvente do Castelo. Já a recuperação de fachadas dos imóveis é outro dos objectivos deste projecto denominado “Viver Moncorvo”, que está orçado em cerca de 3,3 milhões de euros.
Segundo o presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo (CMTM), Aires Ferreira, o centro histórico da vila será dotado de mais espaços museológicos, como os Museus de Arte Sacra ou o do Castelo.
A autarquia pretende, ainda, “incrementar a mobilidade e reforçar a centralidade da zona histórica, para que sirva de alternativa à Avenida das Amendoeiras. “Também queremos promover o uso dos transportes urbanos já existentes, com a criação dos abrigos e criar espaços pedonais no centro histórico”, anunciou o edil.
Já a terceira parte do projecto prende-se com o alargamento do espaço de feiras, dotando-o de condições para a realização das feiras mensais, o que permitirá, ainda, melhorar os acessos à sede da Associação Comercial e Industrial de Moncorvo (ACIM).
“Pretende-se melhorar este local, não só para as feiras, mas também para o uso das pessoas no seu dia-a-dia como zona de lazer”, salientou o responsável.

Selecção apertada nas candidaturas ao MODCOM

Ao nível das obras inseridas no PROCOM, já são visíveis algumas melhorias, nomeadamente na iluminação do castelo e sinalização na vila.
Estas medidas foram anunciadas durante a Feira do Vinho e Stocks que decorreu em Moncorvo, com a participação de alguns dos melhores produtores vitivinícolas do concelho.
O certame, organizado pela ACIM, foi inaugurado pelo secretário de Estado do Comércio, Fernando Serrasqueiro, que reforçou a disponibilidade do Ministério da Economia para apoiar o comércio nos centros históricos, promovendo uma maior integração nesses espaços. “Se o comércio tradicional não se modernizar, pode morrer”, adiantou o governante.
O secretário de Estado adiantou, ainda, que o MODCOM continua a ter mais procura que oferta, pelo haverá uma selecção rigorosa das candidaturas, dado que o montante disponível não ultrapassa os 20 milhões de euros.

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Redação