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Quando a castanha é uma festa

Quando a castanha é uma festa
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  • 4 de Novembro de 2008, 10:01

Na área do Maior Assador Gigante convive-se à volta dum cartucho de castanhas e de uns goles de jeropiga ou vinho, em pequenas canecas metálicas adornadas pelo logótipo da Rural Castanea.
Na tenda gigante desfilam vários ranchos folclóricos, enquanto grupos de concertinas e gaiteiros animam o pavilhão que, no início do próximo ano, servirá de palco à Feira do Fumeiro.
À mistura com a entrada repentina dos Caretos de Vila Boa, eis que alguns casais não resistem ao som do acordeão e arriscam um pé de dança, colorindo com tons de alegria esta verdadeira festa à volta do “petróleo de Trás-os-Montes”: a castanha.
Lá fora forma-se nova enchente à volta sob o pretexto de mais um magusto, enquanto 16 hábeis condutores disputam uma animada prova de perícia de tractores, a poucos metros da mostra-venda de máquinas agrícolas.

Mercado das Colheitas de
Outono promove escoamento
de produtos

Foi nesta ambiente que, anteontem, encerrou a III Rural Castanea, que desde sexta-feira deu um empurrão à venda de castanha, azeite, doçaria regional, queijos, mel e variados produtos tradicionais da região, promovendo, ainda, a gastronomia em restaurantes da feira e do concelho.
E como a rainha era mesmo a castanha, o júri do Concurso de Doçaria teve a honra de contar com a participação de Marco Paulo, que na noite de sábado centrou as atenções ao som de “Eu Tenho Dois Amores”. Os doces são um deles, certamente…
Outro dos momentos altos da festa foi a Luta de Touros, que já decorreu no “tauródromo” ou “chegódromo”, um recinto que a Câmara Municipal de Vinhais (CMV) está a construir para este tipo de acontecimentos (ver página 10).

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Redação