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Bragança: “um passo à frente”

Bragança: “um passo à frente”
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  • 18 de Novembro de 2008, 10:32

Segundo o especialista, a capital de distrito tem possibilidade de prevenir obstáculos relacionados com a sustentabilidade. “Como cá não se verificam muitos problemas, Bragança tem capacidade de antecipação. Contudo, algumas medidas terão que ser tomadas”, acrescentou.
Para Francisco Cardena, o principal problema da Agenda 21 é a concretização das medidas teóricas. “É um documento de boas intenções, mas depois concretizá-los é complicado”, sublinhou o responsável.
Das diversas Agendas 21 pensadas para a Europa, cerca de 90 por cento não avançam. “Os Planos de Acção não estão a ser concretizados, mas Bragança é uma das poucas localidades em que está em curso”, explicou Francisco Cardena.
Recorde-se que a Agenda 21 prevê a implementação de um conjunto de indicações ao nível da gestão municipal com vista à sustentabilidade. Assim sendo, o ambiente é tido como o elemento central de orientação da actividade do município. “Trabalhar a sustentabilidade requer uma linha condutora e, para nós, o ambiente é prioridade na política”, explicou o presidente da Câmara Municipal de Bragança, Jorge Nunes.
Assim sendo, foram pensados alguns projectos que se inserem nas orientações da Agenda 21 e que já começaram a ser desenvolvidos, como o Brigantia Eco Park, as ciclovias, a Rede de EcoCitras e o aeroporto regional, entre outros.

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Redação