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Alta Velocidade

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  • 3 de Dezembro de 2008, 10:17

Mas, a revolução que está a acontecer na província zamorana vai beneficiar, e em muito, todo o Nordeste Transmontano.
Segundo contas do governo espanhol, o investimento público que está a ser feito na região de Castilla Y Léon vai criar 3.200 postos de trabalho directos e indirectos na região de Zamora. Ou seja, muitos mais do que qualquer outra obra pública alguma vez construída ou prevista para o distrito de Bragança, nomeadamente a barragem do Baixo Sabor.
Inevitavelmente, a construção das plataformas do AVE representará nichos de mercado para a mão-de-obra portuguesa, mais que habituada a deslocar-se em carrinhas de 9 lugares para trabalhar no outro lado da fronteira.
Depois, aquilo que salta à vista é a capacidade de planeamento do governo espanhol, que na construção da autovia da Rota da Prata já contemplou um corredor para a passagem do AVE, sem necessidade construir viadutos adicionais. Bem diferente é o nosso País, que há anos moderniza a Linha do Norte, duplicou o IP5 e está em vias de duplicar o IP3 (entre Coimbra e Viseu) e o IP4, entre Vila Real e Quintanilha. Isto para não falar do IP2, que só terá 4 faixas de rodagem de Trancoso para baixo…
Bem, mas voltando ao investimento público para gerar emprego, Eis uma boa oportunidade para a líder do PSD não condenar o TGV, o novo aeroporto de Lisboa e tudo o que vão ser as novas estradas em Trás-os-Montes.

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Redação