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“Chegue seguro a casa de quem mais gosta”

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  • 30 de Dezembro de 2008, 10:31

Os principais objectivos da BT são reduzir a sinistralidade rodoviária e conseguir que o trânsito flua sem problemas. Para cumprir estes objectivos, o sargento-chefe Afonso referiu que a Brigada vai controlar, essencialmente, a velocidade e a taxa de alcoolémia dos condutores, a par do uso do telemóvel, cinto de segurança, e cadeiras-auto para bebés e crianças.
Os meios envolvidos nesta operação são grandes, o que contrasta com a reduzida taxa de sinistralidade em Bragança. Recorde-se que, até ao fecho deste edição, apenas há registo de três acidentes, resultando daí um ferido ligeiro. Em igual período do ano passado, o panorama foi muito semelhante, com três acidentes sem vítimas mortais, nem feridos.
Questionado sobre as principais causas da sinistralidade rodoviária, o operacional da BT mencionou o piso em péssimas condições, a formação de geada nas estradas e as curvas sinuosas. A par deste factores, o excesso de velocidade, associado à deficiente e insuficiente sinalização das estradas, nomeadamente no IP4, encarregam-se de originar os acidentes mais graves.
Num momento em que foi anunciada a construção da Auto-Estrada Transmontana, o sargento-chefe Afonso confia que esta via será decisiva para diminuir a sinistralidade, apesar de não considerar o IP4 perigoso: “o IP4 é uma estrada de montanha, mas não é perigosa. Muitos dos condutores que circulam nela é que a tornam arriscada”, defende.

Em apenas hora e meia de reportagem a BT levantou 17 autos de contra-ordenação

Durante a tarde de 28 de Dezembro, o Jornal NORDESTE acompanhou uma patrulha da BT no IP4, perto de Macedo de Cavaleiros, para perceber como estava a decorrer a operação e como se comportam os automobilistas no regresso a casa.
Foi fácil de perceber que há muitos condutores que continuam a não respeitar os limites máximos de velocidade, nem deixam de ingerir bebidas alcoólicas antes de se sentarem ao volante.
De realçar que o dispositivo de detecção de velocidade (vulgarmente designado de radar) encontrava-se regulado acima dos 115km/h. Isto num IP, onde só se pode circular a 90km/h… Mesmo assim, em apenas hora e meia de reportagem foram levantados 17 autos de contra-ordenação.
Velocidade à parte, se está a pensar viajar por esta altura, a BT deixa-lhe algumas recomendações e aconselha os condutores a verificarem o “estado dos pneus e da iluminação”, bem como o “acondicionamento da carga” antes de se fazer à estrada.
O sargento-chefe da Brigada sublinha, ainda, a importância “de não ingerir bebidas alcoólicas” nem antes nem durante a viagem, e de ter especial atenção à formação de gelo e às chuvas que tornam o piso escorregadio. Por isso, adeque sempre a velocidade às condições atmosféricas.
Se for em viagem tenha sempre consigo o número da BT (273300530) para o caso de necessitar de auxílio, e, lembre-se, não saia da sua viatura sem o colete reflector, porque sem ele os riscos de atropelamento aumentam.

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Redação