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Urgência pode custar meia reforma

Urgência pode custar meia reforma
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  • 2 de Fevereiro de 2012, 09:51

As corporações de bombeiros asseguram o transporte de emergência médica ao serviço do INEM, mas as ambulâncias deixam o doente na unidade de destino e têm de regressar imediatamente à base para estarem operacionais para outras emergências.
Já o retorno a casa fica por conta do doente, que tem de “se desenrascar” e, na maioria dos casos, tem apenas como alternativa alugar um táxi, como testemunhou à Lusa o comandante dos bombeiros de Freixo de Espada à Cinta, Sá Lopes.
Há 15 dias, os bombeiros de Alfândega da Fé transportaram uma idosa de Cerejais, evacuada para Macedo de Cavaleiros com uma hemorragia e que teve de pagar 50 euros de táxi para regressar a casa, a menos de 50 quilómetros do hospital.

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Redação