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S.C.Mirandela cai no prolongamento

S.C.Mirandela cai no prolongamento
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  • 24 de Setembro de 2013, 09:25

Djibril, Fábio Fortes, Corunha, Rui Lopes e Billa podiam ter carimbado a vitória do S.C.Mirandela mas a estrelinha só brilhou para Eridson e Jonas.
Logo de entrada os trasmontanos tiveram um lance com Djibril a poder inaugurar o marcador mas o poste desviou para pontapé de baliza. Os alvinegros bem tentaram marcar mas a bola
teimou em não entrar. O Mirandela ainda construiu duas boas situações que, se o futebol fosse justo e premiasse sempre os melhores, teriam operado a reviravolta.
Não há vitórias morais nem vale para passar eliminatórias, nem a superioridade evidenciada, a qualidade do futebol praticado nem as eminências de golo construídas mas não concretizadas, passará sempre quem fizer mais golos que o seu adversário. Podendo as várias histórias ser escritas por erros, genialidades ou séries de penalidades em que a decisão estará, sempre, em quem concretizar, falhar ou defender mais.
O S.C.Mirandela assumiu as despesas da eliminatória, perfumou o relvado com o seu futebol, foi melhor, podia ter feito goleada, teve todos os azares, e sai com toda a dignidade da prova rainha do nosso futebol do Estádio da Tapadinha, despedido com forte ovação dos lisboetas que se juntaram aos aplausos quando agradeciam aos trasmontanos que vivem em Lisboa e aos que fizeram caravana até à capital para assistir ao jogo, rendidos à exibição da qualidade trasmontana, num bom jogo de taça.
Quanto aos árbitros, não estiveram mal, embora tenham obedecido a padrões diferentes de virilidade na avaliação. Enquanto a queda de jogadores da casa implicava sempre falta, com destaque a um atirar para a piscina sem adversários por perto, que amarelou Pedro Mendes, Divaldo é incapacitado para o jogo, de forma grosseira, e nem falta foi assinalada.

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Redação