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António Cunha reconduzido na ACIMC

António Cunha reconduzido na ACIMC
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  • 10 de Dezembro de 2008, 14:40

Foram cerca de 300 os associados que se deslocaram à sede da ACIMC ou que se fizeram representar no acto eleitoral, que ficou marcado pela diferença de 17 votos entre a lista A, presidida por António Cunha, e a B, liderada por Carlos Camelo.
Para António Cunha, que há seis anos está na direcção da ACIMC, a vitória da sua lista é o aval dos associados para o trabalho que tem sido desenvolvido. “É para continuar, essencialmente nas vertentes da Feira de S. Pedro, principal montra da ACIMC e do dinamismo empresarial do concelho, Festa do Emigrante, uma aposta que se tem vindo a solidificar no panorama das festividades de Verão e na consolidação orçamental da Associação”, afirmou o responsável.
António Cunha adiantou, ainda, que a ACIMC viu recentemente aprovada uma candidatura ao programa Dinamizar, que irá continuar com o trabalho da formação desenvolvido pela entidade, com acções que irão de encontro às necessidades do sector empresarial do concelho.
Por seu lado, Carlos Camelo considera que as eleições levaram muitos associados a regressar à sede daquela colectividade, o que é mérito da sua lista. Aliás, envolver os associados com a ACIMC, levando-os a sentir que têm apoio na instituição, era um dos motes de campanha da lista orientada por Carlos Camelo.
Quanto ao processo eleitoral, Carlos Camelo disse estranhar que uma instituição como a Santa Casa de Misericórdia de Macedo de Cavaleiros faça parte duma associação comercial, ainda mais porque integrava um grupo que associou no último dia para a apresentação das listas.
Ao que se conseguiu apurar, também um elemento afecto à lista liderada por António Cunha votou com uma credencial dos Marianos da Imaculada Conceição, conhecido como Seminário de Balsemão.
Neste período eleitoral a ACIMC registou a adesão de cerca de 60 novos associados, tendo agora mais de 600. Como as eleições foram em Novembro, o encaixe financeiro correspondente não foi muito avultado, já que os novos associados só pagaram quotas referentes aos dois últimos meses do ano.
Carlos Camelo defende que a entidade deveria ter um regulamento eleitoral que acautelasse esta situação, bem como a permissão de votos com credencial.
No total, estiveram representados 291 associados. 151 votaram na lista de António Cunha e 134 na de Carlos Camelo, havendo registo de seis votos em branco.

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Redação