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Cartões em campo

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  • 11 de Novembro de 2008, 12:16

O pior foram, mesmo, os vermelhos a Victor que jogou na bola e viu-se na rua sem saber porquê e o directo ao guarda-redes Ricardo que terá sido por “bocas”. Por mais razões que tivesse, um jogador com a sua experiência e classe não pode cair nessa tentação mesmo numa jogada quente.
Na primeira parte, o jogo foi bonito, com muitas oportunidades de golo mais para o Argozelo do que para o Mogadourense.
O golo de Miguel, aos 16 “, soube um pouco a injustiça, mas foi bem elaborado. A equipa do Planalto desceu no campo e aproveitou o Argozelo para tentar o empate e quase o conseguia, quando Sérgio fez um chapéu a Ricardo e a bola embateu no poste.
Ainda na 2ª vaga, Sérgio não foi feliz, mas o Argozelo estava destinado na a não conseguir traduzir em golos o seu bom futebol.
Já a equipa de Abílio Familiar não segurava a bola mas, até ao intervalo, deu-se uma nova reacção Mogadourense, pela perigosa dupla Alex e Miguel.
O empate era aceitável no primeiro tempo, mas depois veio a tempestade na Cova de Argozelo, já que o intervalo fez mal a Fernando Lanho.
Alex foi atropelado dentro da área de rigor e o auxiliar, a menos de um metro, marca canto: terrível erro de arbitragem.
Depois foi o que se viu, se na primeira parte o critério pode ser discutível na amostragem de amarelos, na 2ª metade já o vermelho balançou contra o Mogadourense. Mas, mesmo com nove, a turma do Planalto foi superior pela mão de Familiar e arte de Miguel. Assim sendo, o 2-0 com 9 elementos não surpreendeu ninguém, também em resultado do desleixo do Argozelo e, acima de tudo, falta de imaginação para tirar a equipa adversária do seu bem montado esquema táctico.
Vitória justa do Mogadourense, má tarde do Argozelo e a notar-se a falta do rei “Kita” na equipa da casa.
Sobre a arbitragem, questiona-se como é possível este grande árbitro falhar como se viu.

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Redação