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Sarrabulho encanta transmontanos

Sarrabulho encanta transmontanos
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  • 30 de Setembro de 2008, 13:15

Tudo começou em Junho passado, quando a unidade de António Manuel Machado levou até Castelo do Neiva (Viana do Castelo) a Semana de Trás-os-Montes, que decorreu no restaurante-marisqueira “O Augusto”.
De 24 a 28 de Setembro foi a vez da unidade minhota “montar” a cozinha no Académico para brindar os transmontanos com o que de melhor se come na região de Viana do Castelo.
A jornada inaugural decorreu no jantar da passada terça-feira, com a presença do proprietário do restaurante vianense, Augusto Bandeira, e de inúmeros convidados, que não pouparam aplausos aos cantares à desgarrada de Canário e sua concertina.
Ao repasto não faltou o presidente da Região de Turismo do Alto Minho, Francisco Sampaio, que elogiou o trabalho de Augusto Bandeira na promoção da gastronomia regional. A opinião foi partilhada pelo seu homólogo transmontano, Júlio Meirinhos, que também realçou o papel do Académico neste intercâmbio gastronómico.
Após os primeiros cantares de Canário, teve início o desfile de iguarias minhotas. As entradas fizeram-se de Recheio de Sapateira, Rojõezinhos do Cortelho com castanhas; Sanguinha da Matança e Pataniscas de Bacalhau.

Mostra gastronómica que trouxe a Bragança “uma cozinha de caseirices”

Seguiram-se os peixes com Robalo à Lagareiro; Robalo na Caçarola; Polvo à Lagareiro e Bacalhau à Gil Eanes. De realçar o Arroz de Marisco Especial, que Augusto Bandeira gosta (e com razão) de apelidar de “Marisco com Arroz”, dada a quantidade de crustáceos empregues na confecção deste prato.
As honras da carne fizeram-se com Arrozada do Poleiro das Pitas e Rojões à Moda do Minho, que nos outros dias da mostra foram acompanhados por Arroz de Sarrabulho.
Leite-creme; Rabanadas à Moda da Dona; Aletria do Abade e Pudim Abade de Priscos encerraram uma mostra gastronómica que trouxe a Bragança “uma cozinha de caseirices feita de segredos e emoções”, explicou o responsável de restaurante “O Augusto”.
Situado em Castelo de Neiva, o restaurante abriu portas há 14 anos e desde aí que tira partido das matérias-primas da freguesia, com destaque para o peixe do dia (pesca artesanal) e o marisco, para além da horticultura biológica, que ganha cada vez mais adeptos.

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Redação