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Centro de Arte Contemporânea abre portas

Centro de Arte Contemporânea abre portas
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  • 1 de Julho de 2008, 09:08

Recorde-se que o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais resulta da celebração de acordos de Cooperação Transfronteiriça entre Bragança e Zamora (Espanha), com o objectivo de avançar com o conceito de Pólo Cultural Regional Transfronteiriço, de modo a promover a cultura como factor de competitividade.
Aprovado pelo programa Interreg III A em 2003, o “Projecto Transmuseus: Rede de Museus Multifuncionais Transfronteiriços” contemplou a construção do Centro de Arte Contemporânea em Bragança, orçado em cerca de 5.2 milhões de euros, e do Museu Baltasar Lobo, em Zamora, que representa um investimento na ordem dos 7.8 milhões de euros.

Equipamento cultural contemplou a recuperação do antigo solar dos Sá Vargas e a construção de um edifício de raiz

Projectado pelo arquitecto Souto Moura, o equipamento estende-se por dois espaços distintos: o antigo solar dos Sá Vargas, que foi recuperado e adaptado para acolher a exposição permanente de Graça Morais, e o edifício construído de raiz, que receberá as mostras temporárias.
Recorde-se que as colecções a instalar nos dois equipamentos privilegiam artistas com ligações à região, como é o caso da Graça Morais, natural do concelho de Vila Flor.
Além do conjunto de exposições, o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais dispõe, também, de um serviço educativo, que desenvolverá programas destinados às escolas, workshops temáticos, ateliers de artes plásticas, encontros com artistas, projectos de cooperação e visitas guiadas. O espaço contempla, ainda, um Centro de Documentação, livraria e loja, bem como bar e cafetaria com esplanada no jardim que se encontra no interior do equipamento.

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Redação