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Agricultores debatem PRODER

Agricultores debatem PRODER
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  • 1 de Julho de 2008, 09:57

Assim sendo, o importante é apostar na conjugação de esforços, para gerar riqueza e alcançar a competitividade nos mercados. “Todos os projectos que apostem na coesão para ganhar escala tem pontuação máxima neste tipo de candidaturas”, explicou o responsável.
Segundo Carlos Guerra, no Norte do País existem diversos sectores que poderiam apostar em candidaturas ao PRODER, como a castanha, azeite ou produtos de elevada qualidade, entre outros. “No caso da castanha queremos incentivar produtores a passarem à fase da transformação, já que, normalmente, a vendemos em produto e é difícil encontrar produtos confeccionados à base de castanha”, adiantou o responsável. Recorde-se que na região são produzidas cerca de 28 mil toneladas de castanha, sendo que, apenas, 15 por cento desta quantidade é transformada.

Unidade de transformação de carne mirandesa pode avançar por via do PRODER

A transformação de carnes é outra das áreas que poderá vir a ser financiada pelo PRODER. “Temos um projecto interessante na carne mirandesa, que se prepara para ir além da produção, com a criação de uma unidade de transformação de carnes para optimizar os produtos e ter mais-valias”, acrescentou Carlos Guerra.
Para Fernando Sousa, da Associação de Criadores de Bovinos de Raça Mirandesa (ACBRM), os 70 milhões de euros disponibilizados pelo PRODER podem não abranger pequenos projectos, como o da unidade de transformação de carnes, orçado em três milhões de euros. “Apesar da qualidade e mérito do nosso projecto e de se enquadrar nas linhas orientadoras do programa, as verbas são muito baixas e sem financiamento é complicado concretizar a unidade”, informou o responsável.
Recorde-se que a ACBRM poderá aumentar e rentabilizar a sua produção, através da transformação de carnes numa unidade a instalar na Zona Industrial de Vimioso.

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Redação