Licenciados procuram emprego no Exército
“É pessoal que já tem outra experiência de vida, alguns já têm compromissos financeiros ao final do mês e, por vezes, vêem o Exército como a tábua de salvação para melhorarem a sua qualidade de vida”, sustentou o responsável.
No que toca ao recrutamento de praças para o Exército, o major Rodrigues salienta que, este ano, têm recebido uma média de três candidaturas por mês. “O ideal eram sete a oito candidatos por mês. Mas esta época é mais fraca, porque ainda há muitos jovens a terminarem os estudos”, explicou o militar.
A Academia Militar é outra das ofertas do Exército para os jovens que terminam o ensino secundário. “Muitos procuram formação nas forças militares, ganham alguma experiência e depois têm equivalência para trabalharem cá fora”, constata o major.
Esta informação é levada pelos militares do CAEB às escolas, onde esclarecem os jovens sobre as oportunidades que o Exército lhes oferece.
Além disso, o major Rodrigues salienta que também é importante informar a juventude do sexo masculino de que, apesar do serviço militar não ser obrigatório, há deveres militares que têm que ser cumpridos, tais como o recenseamento.
“Actualmente há muita informação que chega através de vários meios, mas o nosso trabalho é importante no sentido de filtrar essa informação e tirar dúvidas”, explica o responsável.
No campo dos esclarecimentos, o CAEB também presta apoio aos ex-combantes sobre a lei de 2002, que lhes permite obterem um complemento de reforma.

