Atitude e a correcção de luxo
Como lhes competia, e a não poderem perder para manter os lugares cimeiros, os anfitriões entraram muito bem no jogo, assumindo as despesas e o controlo da partida. Circulando muito bem a bola no desenvolvimento do ataque, construíram aproximações de qualidade e alta perigosidade em carrossel muito bem compensadas e apoiadas.
Os forasteiros, a quem o empate servia na contabilização da subida com o último jogo no seu reduto, entraram bem organizados defensivamente com um bloco alto, o que lhes permitia o domínio da segunda. Só arriscavam pela certa tentando enervar o seu adversário e que este cometesse um erro.
Para a segunda metade, a perder, tiveram de arriscar alargando a sua frente de ataque utilizando os flancos, ganhando o espectáculo e proporcionando mais emoção na disputa da bola. Mas, mesmo neste período de maior equilíbrio, o perigo vestia o alvi-negro transmontano.
Vitória justa dos mirandelenses que continuam a depender de si mesmos, tal como os vianenses, para subir de divisão.
Quanto aos árbitros, um trabalho de excelência.
Estádio de S. Sebastião em Mirandela
Árbitro – Paulo Costa (A. F. Porto)
1 Mirandela
Norinho
Ramalho
Rocha
Diogo Cunha
Rui Lopes (cap)
(André Novais 69’)
Cheguerov
(Jefferson 84’)
Pedro Borges
Vitó
Peixe
Adriano
Juni
(Roland 81’)
Técnico – Jorge Baptista
0 Vianense
Victor
David
(Chica 86’)
Artur
Gomes
Tinoco
Ismael
Tózé
(Tchid int)
Filipe
(Tiago 58’)
Armando
Marco Alexandre (cap)
Amaral
Melhor em campo: Victor / Marco Alexandre
Técnico: António Fidalgo
Golos – 1-0 ao intervalo – 1-0 Rocha 36’
Disciplina – Diogo Cunha 6’, Rocha 26’, André Novais 90’+1, Norinho 90’+2’, Ramalho 90’+3’, Amaral 18’, Tinoco 32’, Tózé 43’, Tchid 77’.

