Chuva marcou Portugal de Lés a Lés
Mas a chuva não intimidou os verdadeiros aventureiros, que mesmo impossibilitados de usufruir de todo o esplendor das fabulosas paisagens do Parque Natural de Montesinho (PNM), tiveram direito à incursão em alguns caminhos de terra. Aqui, os muitos estreantes começaram a perceber que esta aventura poderia ser deveras exigente. Além disso, a chuva é desgastante e obriga a cuidados redobrados quer pela estrada escorregadia, quer pelo menor conforto para os motociclistas, quer pela falta de visibilidade.
Participantes contemplaram a beleza das paisagens de Bragança ao Algarve
O início do percurso foi marcado pelo mau tempo que, entre outras coisas, terá impedido de avistar lobos ibéricos no PNM, mas deixou ver grandes carvalhais ou bosques de castanheiros e azinheiras.
Após as verificações técnicas na Cidadela e da partida junto à Domus Municipalis, os participantes passaram por Rio de Onor, França e Gimonde.
Começavam assim as coisas sérias para a extensa e pouco colorida caravana, marcada pelo tom escuro dos fatos de chuva, mas os participantes estavam dispostos a não esmorecer perante as dificuldades acrescidas. A viagem prolongou-se por outras aldeias do distrito de Bragança, como Outeiro, Argozelo ou Carção, seguindo até Vimioso, onde foi servido o mata-bicho.
A viagem continuou em direcção ao Parque Douro Internacional e, posteriormente, até Coimbra. A segunda etapa levou os participantes até Sagres, já no Algarve.

