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Acessibilidades na mesa

Acessibilidades na mesa
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  • 13 de Maio de 2008, 09:46

O governante auscultou alguns autarcas de Trás-os-Montes sobre as vantagens da ligação aérea, retomada no passado dia 2, e fez o balanço das acessibilidades rodoviárias. “Verificámos que os prazos estão a ser cumpridos e falámos da revolução que vai ocorrer com a concretização deste conjunto de estradas”, adiantou Paulo Campos.
Com a construção do Túnel do Marão, Auto-estrada Transmontana e a concessão do Douro Interior, que integra o IP2 e IC5, previstas para 2011, Bragança deixará de ser o distrito com menor taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional para passar a estar entre os primeiros. “Quando as três concessões estiverem prontas, a taxa de execução do Plano Rodoviário passará a ser de 94 por cento contra os 35 por cento em 2005”, sublinhou o responsável.
No que toca à concretização da obra Douro Interior, Paulo Campos assegura que não há nenhum atraso relativamente ao prazo apresentado, sendo que o concurso já foi lançado e já conta com 15 propostas de seis consórcios, envolvendo 52 empresas. “Estamos a avaliar as propostas concorrentes e contamos adjudicar a obra ainda em 2008”, garantiu o secretário de Estado adjunto.
Segundo Paulo Campos, o IP2 e o IC5 já têm aprovação para todos os traçados, à excepção da travessia entre Pocinho e Junqueira, no rio Douro. “Este traçado ainda necessita de alguns trabalhos, mas não será uma condicionante à adjudicação da obra”, asseverou o responsável.

Atrasos da ligação aérea Lisboa/Bragança devem-se ao tráfego no aeroporto da capital

O governante aproveitou a reactivação dos voos entre Bragança e Lisboa para chegar à capital do Nordeste Transmontano no avião da Aeronorte. A viagem, na óptica do membro do Governo, “tem diferenças positivas comparativamente à anterior operadora”.
Já os atrasos que se poderão verificar nos voos da Aeronorte não são da responsabilidade da empresa, mas do tráfego do aeroporto de Lisboa. “A companhia não tem qualquer culpa, da sobrelotação do aeroporto em determinados horários”, esclareceu o responsável.
Deste modo, Paulo Campos acredita que o próximo concurso para a exploração de serviços aéreos, em 2009, terá bastante procura. “É uma ligação muito importante para esta região e prevemos que vá atrair novos operadores a concurso, com benefícios para os utentes e o próprio Estado”, salientou.

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Redação