Extensões de saúde não encerram
“Não podemos ter um médico permanente numa extensão com 20 ou 30 pessoas inscritas, quando na sede do centro de saúde tem um grande número de utentes para atender. É uma questão de gestão dos recursos”, adiantou a responsável, acrescentando que “não é possível pôr médicos em todas as aldeias”.
Berta Nunes acrescenta que poderá haver alguns ajustes nos centros de saúde, no âmbito da reestruturação dos serviços, uma vez que a população do Mundo Rural está a diminuir progressivamente. No entanto, afiança que a “intenção” não é encerrar extensões.
A par da deslocação de clínicos às extensões com menor número de utentes, a população da maioria dos concelhos do distrito de Bragança contam com a visita de Unidades Móveis de Saúde, onde um enfermeiro presta cuidados primários aos utentes.
Recorde-se que, no ano passado, encerraram as extensões de saúde de Gralhós e Talhas, no concelho de Macedo de Cavaleiros, devido à falta de médico.
A abertura da extensão de Izeda veio colmatar o problema destas populações, uma vez que dista, apenas, cerca de 10 quilómetros das duas localidades.
