Hemodialisados possuem pouca resistência física
Desde 1977, altura em que se comprovou que os hemodialisados possuíam uma baixa capacidade física, que muitos estudos avaliaram que estes doentes enfrentam cerca de 60 a 70 por cento de limitações comparativamente a indivíduos saudáveis na mesma faixa etária. Estas restrições têm um impacto negativo na qualidade de vida e saúde do paciente, o que, pode levar a hospitalizações e, até mesmo, à morte.
Neste seguimento, estudos efectuados apontam para os benefícios e segurança da prática prolongada de exercícios, pelo que passou a ser reconhecida como um método terapêutico. A actividade física pode, assim, combater danos fisiológicos, funcionais e psicológicos causados pela idade do paciente, doenças catabólicas e uma vida sedentária.
