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	<title>Arquivo de Zamora - Nordeste</title>
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	<title>Arquivo de Zamora - Nordeste</title>
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		<title>Infraestruturas e cooperação transfronteiriça em destaque no Fórum Económico Zamora – Trás-os-Montes</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/06/03/infraestruturas-e-cooperacao-transfronteirica-em-destaque-no-forum-economico-zamora-tras-os-montes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cindy Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 15:06:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[fórum]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bragança recebeu, ontem, o Fórum&#160;Económico Zamora- Trás-os Montes. A iniciativa organizada pela Fundação Rei Afonso Henriques em parceria com a Associação Empresarial do Distrito de Bragança – NERBA, juntou várias entidades socio-económicas de Portugal e Espanha. O objetivo, segundo a presidente da NERBA, Ana Carvalho, passa por juntar empresários para que exista cooperação transfronteiriça entre [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Bragança recebeu, ontem, o Fórum&nbsp;Económico Zamora- Trás-os Montes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa organizada pela Fundação Rei Afonso Henriques em parceria com a Associação Empresarial do Distrito de Bragança – NERBA, juntou várias entidades socio-económicas de Portugal e Espanha. O objetivo, segundo a presidente da NERBA, Ana Carvalho, passa por juntar empresários para que exista cooperação transfronteiriça entre os dois países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O objetivo é aproximar empresários de instituições, de forma que ideias já existentes de economia e fundos, projetos que estejam a decorrer ou que possam vir a abrir se desenvolvam em parcerias e em objetivos muito específicos ligados às empresas, de forma que a economia possa acontecer mais rapidamente, bem como os negócios.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais desafios apontados foi a falta de infraestruturas que permitam uma maior competitividade e que facilitem as relações económicas transfronteiriças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A questão das infraestruturas é muito importante, trabalhar as infraestruturas para que as cadeias logísticas possam acontecer. O investimento existe quando há diminuição de risco. Se não temos estradas, se não temos meios de escoamento dos produtos que tornem a economia competitiva, os empresários também não conseguem fazer investimentos porque o risco é grande.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente do NERBA defendeu que a transformação digital pode ajudar a atrair população contribuindo para o desenvolvimento económico da região. “Hoje em dia, com a transformação digital, eu acho que nós estamos capazes e temos um território privilegiado para captação de funções de alto valor acrescentado, nomeadamente os nómadass digitais, que serão a base da existência do poder de compra, de forma que os negócios locais e as empresas locais possam expandir do território para o exterior. Portanto, é preciso políticas públicas que captem a população no nicho daquilo que nós podemos oferecer.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do lado espanhol, &nbsp;secretário-geral da fundação Rei Afonso Henriques, José Luís Prada,&nbsp; considera continua a faltar coordenação entre as entidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há muitos projetos, o dinamismo está em constante crescimento, mas acreditamos que um certo grau de coordenação continua a ser cada vez mais necessário. Muitos podem tentar fazer a mesma coisa simultaneamente, podendo até mesmo discutir ou disputar recursos financeiros. É por isso que digo que o papel da Fundação, somos uma entidade de cooperação, uma entidade de cooperação transfronteiriça, é crucial. E para cooperarmos, a primeira coisa que temos de fazer é conhecermo-nos uns aos outros. E ainda há espaço para melhorias nesse sentido. Por exemplo, aqui tentamos colocar o Governo Regional de Castela e Leão e a Comissão de Coordenação da Região Norte de Portugal na mesma mesa e no mesmo nível, e não são exatamente duas partes que se encaixam perfeitamente. Portanto, é necessária alguma diplomacia para que as peças se encaixem o máximo possível e para que todos trabalhem da forma mais coordenada possível.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de melhores infraestruturas, maior coordenação entre entidades e mais apoio às empresas marcou o debate no Fórum Económico Zamora- Trás-os Montes.&nbsp;</p>
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		<title>Bragança estuda ligação ao TGV de Zamora</title>
		<link>https://jornalnordeste.com/2026/06/02/braganca-estuda-ligacao-ao-tgv-de-zamora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Bragança]]></category>
		<category><![CDATA[Madrid]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade]]></category>
		<category><![CDATA[plano]]></category>
		<category><![CDATA[transportes]]></category>
		<category><![CDATA[Zamora]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara de Bragança admite a possibilidade de vir a criar uma ligação de transporte público entre Bragança e o comboio de alta velocidade, em Espanha. À margem da segunda sessão de participação cívica do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável, que decorreu no dia 1 de junho, a presidente da Câmara de Bragança, Isabel Ferreira, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara de Bragança admite a possibilidade de vir a criar uma ligação de transporte público entre Bragança e o comboio de alta velocidade, em Espanha.<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">À margem da segunda sessão de participação cívica do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável, que decorreu no dia 1 de junho, a presidente da Câmara de Bragança, Isabel Ferreira, adiantou que esta ligação está a ser estudada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tivemos uma reunião com uma empresa privada de transportes públicos Bragança-Zamora, aliás, a única que opera neste momento, que é a Flixbus, posso dizer, porque é a única que está a fazer a ligação até Zamora, que vem do Porto. E fiz&nbsp;uma reunião com eles para pedir-lhes que estudassem melhor os horários do TGV para que a partir de Bragança pudéssemos fazer uma ligação, ou seja, servir como ponto de distribuição para Madrid via Zamora. E portanto, eles estão neste momento a estudar esses horários e a ver a sua viabilidade também económica, sendo que nos territórios que exigem medidas de coesão territorial, também é possível fazer compensação às operadoras, que é também o que nós fazemos com os outros transportadores rodoviários, também temos medidas de compensação financeira. Mas era muito importante que nós tivéssemos um transporte também transfronteiriço”, frisou a autarca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda sessão de participação cívica o município pretende envolver a comunidade na definição das soluções para melhorar a mobilidade no concelho. “Pedi para fazerem estas sessões para podermos ouvir o público, porque este é o momento de dar os contributos para depois apresentarmos o plano e poder implementá-lo a partir de setembro”, apontou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano prevê, para já, novas linhas estratégicas e a aposta na digitalização dos transportes públicos. “Vamos disponibilizar, e já começámos o processo, na Estação Rodoviária, informação digital e aquisição de painéis digitais, porque os que estão lá são obsoletos. Já os pedi para retirarem e, portanto, fazer um concurso público para aquisição de informação digital, onde possam estar os horários todos. E depois nas paragens, também disponibilizar essa informação, já não em formato digital, mas em formato, outro formato físico. Recorde-se que o Núcleo Territorial de Bragança da Iniciativa Liberal viu aprovada por unanimidade a&nbsp;proposta de recomendação sobre Informação nas Paragens STUB na última Assembleia Municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A autarca brigantina garante que tem havido uma aposta crescente nos transportes públicos. Para responder à procura, foram adquiridos dois novos autocarros elétricos.&nbsp;“Dentro do concelho queremos assegurar que temos as linhas certas, que temos os horários também certos e compatíveis agora com os novos recursos que vamos ter, com a chegada de novos autocarros que também vão permitir aqui algum reforço e depois naturalmente a contratação de motoristas que possam permitir aqui uma oferta maior”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre os&nbsp;dois grupos de trabalho, “Noite Segura” e “Mobilidade Segura” não foram avançados detalhes. Mas a autarca garante que já há conclusões e que serão apresentadas brevemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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