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	<title>Arquivo de Fundação Betânia - Nordeste</title>
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		<title>Duas gerações que se aproximam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 07:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O “Bike Solidária”, projeto cultural da Escola Miguel Torga, continua a construir pontes entre gerações na Fundação Betânia, em Bragança. O projeto alia a consciência ambiental, com as deslocações feitas de bicicleta entre a escola e a IPSS, a um propósito maior: aproximar crianças e idosos. Os mais novos destacam que a experiência ganha um [&#8230;]</p>
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<p>O “Bike Solidária”, projeto cultural da Escola Miguel Torga, continua a construir pontes entre gerações na Fundação Betânia, em Bragança. O projeto alia a consciência ambiental, com as deslocações feitas de bicicleta entre a escola e a IPSS, a um propósito maior: aproximar crianças e idosos.</p>



<p>Os mais novos destacam que a experiência ganha um valor que vai além do imediato. Diogo Lucas reconheceu que estar ali “é mais divertido do que estar no telemóvel”, enquanto Gonçalo Afonso sublinhou a importância de ouvir quem viveu outras épocas. “Aprendemos como eram várias coisas antigamente e isso ajuda-nos a perceber melhor o presente”, referiu. Para Gonçalo Venâncio, há ainda um lado emocional que marca a diferença. “É como se fossem nossos avós”, destacou.</p>



<p>Para os utentes, estes momentos são mais do que uma atividade, são dias que ganham outra luz.&nbsp;“É agradável. Conhecemos gente mais nova, é uma distração para todos”, contou Maria Afonso, utente da Fundação Betânia.&nbsp;Também Ovídio João falou da importância desta ligação, salientando que esta “junção” é “muito importante” para todos. “Eles gostam de vir e nós gostamos de os receber”, reforçou.&nbsp;A mesma ideia é partilhada por Noémia Pereira, que resume a essência do encontro em simples palavras. “Eles divertem-se e nós também”, descreve sobre as visitas dos mais novos à IPSS.</p>



<p>Segundo Paula Pimentel, diretora de serviços da Fundação Betânia, o impacto vai muito além das visitas pontuais. “Queremos aproximar estas duas faixas etárias, que eu acho que é fundamental, e temos conseguido. Nós temos inclusive meninos que frequentaram o projeto e que, por exemplo, no Natal vêm visitar os mais velhos. Eu acho que isto é o objetivo principal do projeto, aproximar gerações e criar laços fortes de amizade e até de ternura entre estes grupos que são tão distintos, sobretudo em termos de idade”.</p>



<p>Rui Cortinhas, presidente da Associação de Jogos Populares do distrito de Bragança, entidade que, na semana passada se juntou ao encontro, já que era destinado a pôr os mais novos e os mais velhos a jogar jogos tradicionais, reforça a importância de manter viva a ligação entre gerações e, claro, preservar tradições. “Procuramos&nbsp;que os jogos tradicionais não se percam e os mais novos possam jogar. E então desta forma ainda é mais fácil fazê-lo porque a maior parte dos idosos conhece os jogos e consegue também ensiná-los a jogar. Da nossa parte, como associação, temos trabalhado de forma a que os mais novos continuem este legado dos jogos tradicionais que demonstram bem o que é a nossa cultura. São jogos que têm muitas raízes na nossa cultura e demonstram aquilo que nós somos e aquilo que nós fizemos ao longo dos tempos. E se forem passando para os&nbsp;mais novos&nbsp;conseguimos garantir&nbsp;que são preservados”.</p>



<p>Ao chegarem à instituição, os alunos trazem energia, curiosidade e vontade de estar. Em troca, recebem histórias, ensinamentos e uma forma diferente de olhar o mundo.</p>
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