Margens Douro, nascente-foz
O auditório do museu foi pequeno para comportar a mostra, pelo que foi necessário retirar 20 quadros ao conjunto de 50 que a compõe.
A exposição representa uma viagem estonteante ao longo de 900 quilómetros de rio, com os olhos em festa e a alma cheia.
O que Balbina Mendes compôs foi um hino ao Douro, um hino onde pintura e literatura se cruzam, com textos cirurgicamente escolhidos. No dizer de um dos prefaciadores (Domingos Amaro), são como peças de um puzzle.
Esta exposição é, no seu todo, um poema épico.
