Luz ao fundo do túnel…
De acordo com o Público, a discussão sobre a forma de contornar o chumbo do TC ainda não está encerrada, nem está encontrada a fórmula para ultrapassar as questões jurídicas levantadas. No entanto, sabe-se que os concessionários, a banca que financia os projectos, a Estradas de Portugal e o TC, num processo monitorizado pelo Governo, já se entenderam sobre o quadro que permitirá ultrapassar o imbróglio criado pela posição do TC. O mesmo acontece com o modo de afastar a ameaça de paralisação das frentes de obras que já estão avançadas, sobretudo no caso das subconcessões Transmontana e Douro Interior.
Com este entendimento, acrescenta o diário, o TC vê acatada a sua imposição de que o custo dos contratos assinado para novas auto-estradas deve voltar aos valores com que foram inicialmente negociados e não aos que resultaram da fase final de negociações – todos eles mais elevados.

