Tony abre o caminho para a vitória e Fábio bisa
Missão cumprida. A formação treinada por Rui Vilarinho venceu o Valenciano por 3-0. Mas o resultado não expressa uma grande exibição, muito pelo contrário. A partida começou morna e sem espectáculo.
A equipa da casa mostrou, mais uma vez, dificuldade em assentar jogo e no domínio da bola. Só nos lances de bola parada é que o GDB chegava com perigo à baliza adversária.
Ronan de cabeça deixou o primeiro sinal de perigo, ao minuto 31’, mas apenas isso uma ameaça pois os golos só chegaram depois do intervalo.
Perante um adversário frágil defensivamente e sem soluções no ataque, apesar de Gouba ter por vezes mostrado qualidade, o Bragança não consegui superiorizar-se.
Na segunda parte, Rui Vilarinho revolucionou a forma de jogar da equipa. O técnico brigantino abdicou da defesa e apostou tudo no ataque, de um 4x3x3 inicial passou para um 3x4x3. Uma cartada arriscada mas que surtiu efeito. A entrada de Rui Borges, que se estreou com a camisola canarinha, para o meio campo foi uma lufada de ar fresco. A partir daqui o Bragança jogou um futebol mais apoiado, mais fluído e mais criativo. Borges foi o patrão do meio campo e nele começaram as jogadas de ataque.
Decisivo foi também o avançado Tony. O jogador saltou do banco para inaugurar o marcador ao minuto 73’.
O caso do jogo aconteceu ao minuto 83´quando André Neto, árbitro do encontro, aponta para a marca de grande penalidade a favor dos locais. Uma decisão errada do juiz de Vila Real já que o guardião Victor defende a bola contra as pernas do jogador brigantino sem fazer qualquer falta. André Neto assim não entendeu e Fábio Gomes, chamado à conversão do penalti, dilatou o resultado para 2-0.
O mesmo avançado voltou a marcar já em tempo de compensação fixando o resultado em 3-0.
