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A Cruz Vermelha de Bragança e o Centro de Educação Especial foram distinguidos com a Bandeira de Mérito Social

A Cruz Vermelha de Bragança e o Centro de Educação Especial foram distinguidos com a Bandeira de Mérito Social
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  • 26 de Maio de 2026, 08:28

A Delegação de Bragança da Cruz Vermelha Portuguesa foi distinguida, por unanimidade, com a Bandeira de Mérito Social, atribuída pelo Conselho Consultivo da  Associação Nacional de Gerontologia Social.

Criado em 2022, este selo “reconhece publicamente o serviço de excelência e o impacto real das respostas sociais da Delegação junto da comunidade, com especial enfoque na promoção da qualidade de vida, suporte e dignidade das pessoas idosas da região”.

A distinção visa “incentivar modelos de intervenção que privilegiam a dignidade humana, a inclusão e o bem-estar social — valores que fazem parte da génese da Cruz Vermelha Portuguesa —, consolidando a instituição como uma referência incontornável no setor social e humanitário”, frisa a delegação brigantina.

O Centro de Educação Especial (CEE), resposta social da Santa Casa da Misericórdia de Bragança, também foi distinguido com a Bandeira de Mérito Social.

Para o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Bragança, José Duarte Fernandes, esta distinção representa “um momento de enorme orgulho institucional”, que reconhece o trabalho desenvolvido pelo CEE e reforça a missão da instituição no apoio às pessoas mais vulneráveis da comunidade.

Segundo disse ainda, “é uma honra receber este selo de qualidade e uma motivação acrescida para continuar a inovar e a cuidar”.

Também a diretora técnica do CEE, Anabela Pires, considera que este reconhecimento é “mais do que um troféu”, descrevendo-o como “o espelho de um compromisso diário com a dignidade humana”.

A responsável destacou ainda que o trabalho desenvolvido pelo centro tem acompanhado as exigências de uma sociedade em constante mudança, defendendo que questões como a doença mental, o envelhecimento populacional e a deficiência devem ser encaradas como desafios centrais, exigindo novas perspetivas e respostas adequadas.

Segundo Anabela Pires, a atribuição da bandeira valida o trabalho desenvolvido pela instituição na promoção da inclusão e da autonomia dos utentes, valorizando o contributo de toda a equipa, parceiros e famílias.

Escrito por Carina Alves / Rita Teixeira

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