CIM-TTM avança com realização de Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes
A Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) vai avançar, este ano, com a Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes, um projeto cultural que, pela primeira vez, envolve os nove municípios do território, assumindo uma dimensão intermunicipal e estratégica, segundo esclareceu em comunicado.
A Bienal de Arte Contemporânea das Terras de Trás-os-Montes está prevista para o último trimestre de 2026 e surge como um dos principais projetos culturais da região, “consolidando uma estratégia que pretende afirmar o território como um espaço criativo, dinâmico e com capacidade de projeção além-fronteiras”.
De acordo com a CIM-TTM, esta bienal representa a evolução de um projeto iniciado há cerca de quatro anos, que “ganha agora maior escala e uma nova ambição”, assumindo a cultura como motor de desenvolvimento económico e social, além de instrumento de promoção e valorização do território.
O evento contará com a colaboração de várias instituições culturais e académicas de referência, nomeadamente a Sociedade Nacional de Belas Artes, a Fundação Bienal de Cerveira, o Laboratório de Artes na Montanha – Graça Morais e o Museu do Douro. A direção artística estará a cargo de Inês Falcão, reforçando a dimensão colaborativa e o alcance nacional e internacional da iniciativa.
O programa inclui exposições, residências artísticas, iniciativas educativas e ações de mediação cultural, com o objetivo de envolver as comunidades locais e fomentar a criação de novos públicos. A aposta passa por uma lógica de proximidade e inclusão, promovendo o contacto direto entre artistas e território.
